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499 resultados

Toca la musica: la importancia de la tecnología para la fruición artístico-cultural y el desarrollo de la economía de la cultura

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2023
Fonte
Extraprensa
Instituição
UCL; UFF

Este artículo tiene como objetivo discutir los impactos de la tecnología en el campo de la creación, distribución y fruición de productos artístico-culturales, principalmente en el sector de la música, así como los impactos sociales de la economía de la cultura en el país. Para ello, se utiliza una investigación exploratoria, que envuelve el escenario de la plataformización de la producción cultural, la tecnología, la renta de los brasileños y la presentación de casos que se oponen a la lógica hegemónica en el escenario digital global.

A esposa do solteiro: uma experiência pioneira de produção cinematográfica entre Argentina e Brasil.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2022
Fonte
E-COMPÓS
Instituição
UFSCar

Este artigo discorre sobre a produção, a circulação e a repercussão na imprensa do longa-metragem de ficção A esposa do solteiro (Carlo Campogalliani, 1925), cujo título na Argentina foi La mujer de medianoche. Como não se conhece o paradeiro de alguma cópia integral do filme, foram utilizadas como fontes principais a imprensa cinematográfica e fotografias da película. Trata-se de uma produção realizada de forma pioneira entre Brasil e Argentina, envolvendo os profissionais de origem italiana Paulo Benedetti, Federico Valle, Carlo Campogalliani e Letizia Quaranta, o que aponta para formas de internacionalização mesmo em cinematografias ainda incipientes.

A Fala Flutuante: Considerações sobre o uso da voz em Família Rodante de Pablo Trapero.

Autoria
Suzana Reck Miranda; Debora Regina Taño
Ano
2022
Fonte
REVISTA ECO-PÓS (ONLINE)
Instituição
UFSCar

A voz tem sido um dos assuntos centrais nos estudos do som no cinema, sobretudo a partir da década de 1980, quando teóricos passaram a olhar – e ouvir – o que os corpos nas telas, e fora delas, dizem. Essa voz, no entanto, tende a ser ouvida enquanto palavra que significa e não necessariamente como elemento sonoro. Neste sentido, o presente artigo busca outras formas de presença sonora da voz, por meio da análise do filme Família Rodante (2004), de Pablo Trapero, no qual as falas dos personagens oscilam entre a construção de suas subjetividades e a formação de seu entorno. A partir de tais achados, propõem-se o termo fala flutuante para esta voz que possui uma relevância narrativa para além da semântica e que perpassa diferentes camadas de significados, de posições e de escutas.

A Pornochanchada, Boca do Lixo e David Cardoso na Cinematografia Brasileira. (em: XV Encontro de Iniciação Científica do Centro Universitário Barão de Mauá)

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2022
Fonte
XV Encontro de Iniciação Científica do Centro Universitário Barão de Mauá
Instituição
CBM

Este artigo analisa a importância da pornochanchada para o cinema brasileiro, especialmente por meio de um estudo de caso da obra do ator, diretor e produtor David Cardoso. Para isso, foi realizada uma pesquisa histórica e documental no Museu da Imagem e do Som de Ribeirão Preto (MIS-RP), na qual houve um processo de catalogação dos documentos encontrados sobre o diretor. Também foi realizada uma entrevista com Cardoso por videochamada.

Arquiteturas e projeções - reflexões sobre os espaços reais e imaginários de filmes-em-projeção a partir de Screening Room (Morgan Fisher, 1968).

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2022
Fonte
Translocal

Abordamos as relações entre os espaços do cinema e o da tela, a partir da obra Screening Room de Morgan Fisher. Para isso, discutimos obras que enfatizam o espaço da projeção do filme, como The Flicker de Tony Conrad e La hora de los hornos de Solanas e Getino, e experimentos que o subvertem inteiramente, como o caso de Un programme d’avant-garde de Maurice Lemaître, Via Férrea Cine Percurso de Paulo Bruscky e TAPP und TASTKINO de VALIE EXPORT. O objetivo é estabelecer proximidades e afastamentos entre essas obras, bem como ressaltar as distintas concepções do que é o espaço “real” da projeção. As referências teóricas utilizadas são, além dos próprios artistas, Nelson Goodman e Ernest Gombrich, especialmente no que se referem à representação e à impossibilidade do olhar inocente.

Diversidade na produção e na docência audiovisual no Brasil.

Autoria
Alessandra Meleiro; Paula Alves; Tainá Xavier
Ano
2022
Fonte
Zanzalá
Instituição
UFSCar / GP CENA (UFSCar) / UFF

A partir da elaboração de uma base de dados de longas-metragens brasileiros contemporâneos e de uma pesquisa sobre docentes de cursos de audiovisual no país, este artigo apresenta a distribuição por gênero e cor/raça de diretores, roteiristas e protagonistas dos longas-metragens brasileiros de maior público e bilheteria em salas comerciais entre 1995 e 2016, e a distribuição de gênero, cor/raça e deficiência de docentes e técnicos de cursos de audiovisual. Os resultados demonstram que as desigualdades de gênero e cor/raça estão presentes tanto na produção quanto na docência no audiovisual brasileiro.

Mapping out contemporary Brazilian film: Reaching new audiences.

Autoria
Hadija Chalupe da Silva
Ano
2022
Fonte
Participations: Journal of Audience and Reception Studies
Instituição
UFF

In this industry reflection I draw on my professional interest in Brazilian film production and distribution and my archival research of Brazilian films exhibited in the UK between 1995 and 2019 in order to reflect on the factors which help such productions travel and the challenges which they face. During the last twenty-five years, following the so-called renaissance of Brazilian cinema, there has been a constant increase in the number of films shown in Brazilian cinemas but, to achieve financial sustainability, filmmakers had to look abroad as well. While the search for financing and partners in other countries should allow the creation of works that possess storytelling appeal and more inviting identities to circulate internationally, the majority of Brazilian films released on UK screens rely on stereotypical depictions, well-known authors and/or powerful international distribution companies. Brazilian national institutions, such as Ancine, and international festivals, such as BFI London Film Festival (LFF), have helped increase visibility for Brazilian productions abroad but more could be done to foster new directorial voices, release strategies and co-production partnerships.

Notas sobre o roteiro de documentário em filmes sobre a queda de Dilma Rousseff

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2022
Fonte
Revista Raído
Instituição
UDESC

Este artigo tem por objetivo analisar como o processo que levou à queda de Dilma Rousseff foi estruturado dramaticamente em alguns dos filmes documentário dedicados a ela, relacionando-se essas estruturas tanto à realidade histórica quanto aos procedimentos de registros adotados. Analisamos, especialmente, Filme Manifesto (Fabiano, 2017), Tchau, querida (Aranda, 2019), Não vai ter golpe! (Rauh e Santos, 2019) e Democracia em vertigem (Costa, 2019).

O Brasil dos gringos: imagens no cinema.

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2022
Fonte
Polytheama

O livro O Brasil dos Gringos: Imagens no Cinema é a versão em e-book da edição original em forma impressa lançada em 2000, que foi baseada na tese de doutorado Em busca de um clichê: Panorama e paisagem do Brasil no cinema estrangeiro, defendida em 1998 na Escola de Comunicação e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo, sob a orientação de Ismail Xavier, que assina o prefácio. Essa obra inspirou ainda o longa-metragem documentário O Olhar estrangeiro, de 2005, com roteiro em coautoria com Lucia Murat, que assina a direção do longa. A dupla acaba de assinar novo trabalho em conjunto, dessa vez um roteiro original, o longa-metragem de ficção O Mensageiro, atualmente em fase de edição.

O cangaço no cinema brasileiro: caso do filme O último cangaceiro. (em: XV Encontro de Iniciação Científica do Centro Universitário Barão de Mauá)

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2022
Fonte
XV Encontro de Iniciação Científica do Centro Universitário Barão de Mauá
Instituição
CBM

O cangaço é um dos gêneros cinematográficos mais antigos do cinema brasileiro. Neste estudo, examinamos o histórico das principais produções por meio de uma revisão bibliográfica e também apresentamos um estudo de caso do filme O último cangaceiro (Carlos Mergulhão, 1971) a partir da pesquisa documental realizada no MIS-RP.

O fragilíssimo documentário brasileiro contemporâneo.

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2022
Fonte
Revista Dobra
Instituição
UDESC

Partimos de uma afirmação de João Moreira Salles sobre o cinema de Eduardo Coutinho dedicar-se a um conjunto de histórias fragilíssimas para abordar, sob esse viés, o cinema documentário brasileiro contemporâneo. Será uma investigação sobre essa forma particular de fazer cinema — depois das grandes narrativas que o marcaram no século XX — a partir da fragilidade. Consideraremos o cinema de conversas de Coutinho, sua atenção à fragilidade do que é dito por quem não costuma ser escutado; o cinema ensaístico de Moreira Salles, especialmente em Santiago, que envolve uma sensível reflexão sobre a memória, o tempo e as formas de permanência e transformações incorporadas às imagens; e, por fim, a respeito dos dispositivos e das práticas de apropriação de imagens vernaculares de pessoas comuns como material bruto, refletindo a respeito de suas precariedades e do que revelam quando postos em narrativa.

Políticas públicas para o cinema e audiovisual em três atos: os movimentos do cinema e audiovisual no Brasil nos anos 2000.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2022
Fonte
Espirales
Instituição
UFF

O artigo analisa três momentos recentes para o cinema e audiovisual brasileiro. A história recente do cinema e audiovisual brasileiro está permeada por avanços e retrocessos das políticas públicas para o setor. Os anos 2000 são especialmente relevantes por permitirem avaliar as continuidades, rupturas e, principalmente, a emergência de uma agenda de futuros. Referenciado por estudos culturais e das ciências políticas, o artigo sistematiza incidências discursivas, conceituais e repercussões práticas para o setor em três diferentes contextos: 1. governos PT; 2. governos Temer e Bolsonaro; 3. vitória do Lula em 2023. Observam-se mudanças com sentido inequivocamente inclusivas e democratizantes mais ou menos intensas, seguidas por um refluxo das pautas reformistas e a seguir uma retomada das perspectivas de reformas estruturantes. Embora seja plausível associar a intensidade de reformas, recuos e resistências a cada período enfocado, os resultados encontrados sugerem cautela em relação a associações lineares e exclusivas das políticas com as distintas gestões governamentais.

Roteiros e ficções na Queda de Dilma Rouseff. (em: XXV Encontro da SOCINE)

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2022
Fonte
SOCINE

Nosso objetivo é analisar como o processo que levou à queda de Dilma Rousseff foi estruturado dramaticamente em alguns dos filmes documentários dedicados a ela, relacionando-se essas estruturas tanto à realidade histórica quanto aos procedimentos de registros adotados. Analisamos, especialmente, Filme Manifesto (Fabiano, 2017), Tchau, querida (Aranda, 2019), Não vai ter golpe! (Rauh e Santos, 2019) e Democracia em vertigem (Costa, 2019).

Web 3.0, Indústria Criativa e o Mapeamento do Ecossistema XR no Brasil

Autoria
Ines Maciel; Alessandra Meleiro
Ano
2022
Fonte
Itaú Cultural

Acompanhamos uma Web 1.0, em que a internet era estática, com uma interação passiva baseada apenas na leitura e na seleção de links, seguida da Web 2.0, marcada por um conteúdo interativo, em que o usuário foi estimulado a socializar pelas redes e a ser criador de conteúdo, na era dos blogs e das redes sociais. Este processo culminou na Web 3.0, que leva as economias, o comércio e os processos de trabalho a migrarem para o espaço virtual, em mundos construídos nas chamadas Realidades Estendidas.

A construção da pauta de gênero como imaginação política no espaço audiovisual brasiliriro. (em: Trabalhadoras do cinema brasileiro: mulheres muito além da direção.)

Autoria
Lia Bahia
Ano
2021
Fonte
NAU

Como sabemos, as mulheres são impermeáveis à genialidade – basta pensar nos gênios da história para perceber a ausência delas. Ironia à parte, o que é relevante aqui é reconhecer que “ser grande”, muitas vezes, é colocar outros em posição subalterna. Se uns se tornam grandes é à custa do silenciamento de muitas – isso diz respeito tanto ao gênero quanto aos cargos exercidos dentro do cinema: enquanto a direção costuma ser destacada, pouco se sabe sobre as demais funções, ainda menos quando são mulheres a desempenhar essas atividades. Pois é justamente a atenção dada à participação feminina nessas etapas da realização de um filme que a proposta deste novo livro de Tedesco busca cobrir. Indo do roteiro à exibição, o livro aborda também a produção, a direção de arte, o som, a direção de fotografia, a montagem, a trilha sonora, as políticas públicas, cinema e educação, os festivais, a crítica e a preservação. Qual a participação das mulheres no cenário do cinema brasileiro, seja na realização de filmes, seja na atuação em festivais, na educação ou na preservação? Quais nomes se sobressaem, e em quais filmes trabalharam? Quais particularidades são percebidas em relação ao contexto global? Quais conexões relacionadas a raça, classe e sexualidade são estabelecidas? Quais festivais foram/são dedicados à produção feminina, e por que são necessários? Essas parecem ser algumas trilhas que nortearam os textos das autoras, todas importantes referências em suas áreas de pesquisa ou de prática.

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