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Busque publicações acadêmicas sobre economia e política do audiovisual

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499 resultados

Pão e pureza. (em: Anais de artigos e ensaios visuais do 13º Ciclo de Investigações em Artes Visuais)

Autoria
Daniel Velasco Leão; Djuly Francine Gava de Almeida
Ano
2018
Fonte
Ciclo de Investigações em Artes Visuais

A Ancinav e os conflitos no meio cinematográfico.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto; Marina Rossato Fernandes
Ano
2017
Fonte
Contracampo
Instituição
UFSCar

O meio cinematográfico brasileiro apresenta um histórico de divisões ocasionado pelas divergências quanto à intensidade da relação entre Estado e audiovisual. Uma recente divisão decorreu da resistência dos setores consolidados ao anteprojeto da Ancinav (Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual), cujas propostas objetivavam regular todo setor audiovisual e abrir espaço para produção independente. O presente artigo analisa o posicionamento do meio cinematográfico, compreendendo a estruturação do setor e destacando seus principais agentes. Esta análise levanta as motivações da polarização e os efeitos que o anteprojeto traria.

A voz no cinema, Família Rodante e o significado fora da palavra. (em: XXI Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual)

Autoria
Debora Regina Taño
Ano
2017
Fonte
Socine

A prática da expressão de um som vocal que não diz, ou que quando diz não possui um destinatário certo nos dá a possibilidade de pensar a voz no cinema fora da centralidade da palavra, do conteúdo. Por meio da análise das primeiras cenas de Família Rodante (Pablo Trapero, 2004) propomos pensar como a voz, mesmo estando no centro sonoro de entendimento, claramente compreensível, pode não ter a função de comunicar algo objetivo, mas sim ser parte de um personagem ou ação.

Alberto Cavalcanti e as multiversões: Análise de A canção do berço.

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2017
Fonte
Revista Imagofagia
Instituição
UFSCar

Este artigo apresenta o contexto em que foram realizadas as multiversões ou Multiple-Language Version (MLV) pelos estúdios de Hollywood, com especial atenção à produção da Paramount na cidade de Joinville, na França, onde foi realizada a versão do primeiro filme sonoro em língua portuguesa: A canção do berço (1930), dirigido por Alberto Cavalcanti. Também analisa a repercussão do longa-metragem na revista brasileira Cinearte.

Apresentação do Dossiê Especial Revista África(s).

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2017
Fonte
Revista África(s)
Instituição
UFSCar / USP

A maior parte dos textos aqui reunidos (sete, de um total de nove artigos, além de um ensaio visual) dedicam-se a pensar o cinema de ex-colônias portuguesas em África, sendo o caso de Moçambique aquele que recebeu maior atenção dos autores, junto, em menor medida, com Angola e Guiné-Bissau. Os demais artigos tratam da produção audiovisual da África do Sul (analisada em um estudo de Paul Cooke) e de Burkina Faso (mais especificamente sobre o filme Yaaba [1989], de Idrissa Ouédraogo, que recebe a atenção de Lucia Nagib), aos quaisretornaremos em instantes. No momento, nos parece importante sinalizar que, ainda que de certo modo determinado por uma dose inevitável de casualidade, tal recorte não deixa de refletir em alguma proporção o escopo do trabalho do próprio Bamba, interessado na peculiar articulação entre nacionalismo e internacionalismo que preside a fundação do cinema moçambicano, dedicado a análises a filmes das mais variadas latitudes africanas, entre os quais burquinenses2, e estudioso dos modelos de recepção da peculiar indústria cinematográfica da África do Sul.

As dinâmicas do mercado das coproduções cinematográficas entre Brasil e França

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2017
Fonte
Repositório UFSCar
Instituição
UFSCar

Esta pesquisa investiga as coproduções cinematográficas realizadas entre o Brasil e a França, no período de 1998 a 2014, buscando compreender desde a coelaboração internacional até a distribuição desses filmes nas salas de cinema do circuito francês. A análise se inicia com os antecedentes históricos de cooperação a partir do protagonismo da França em estabelecer políticas de integração e irradiação da sua cultura, cujo modelo até hoje influencia países do mundo inteiro. Em seguida, examina as tentativas dos governos brasileiros para alcançar o mercado externo, o início da aproximação histórica com a França, o primeiro acordo oficial de coprodução de 1969 e o texto que foi ratificado em 2010. Este estudo apresenta um amplo levantamento dos filmes majoritários brasileiros que estrearam na França com base nos dados de fontes primárias nacionais e estrangeiras, e destrincha o lançamento e a repercussão francesa de quatro estudos de caso: Central do Brasil (1998), Abril despedaçado (2003), ambos do cineasta Walter Salles; O outro lado da rua (2006) e Meu pé de laranja lima (2013), dirigidos por Marcos Bernstein. Sendo assim, esta dissertação tem o intuito de avaliar até que ponto a coprodução de fato contribui para a abertura de novos mercados, se o coprodutor francês influencia na distribuição do filme em seu território, e se as políticas públicas brasileiras avançaram para além da mera promoção e difusão dos filmes nos festivais.

Circulação em VOD: Uma análise do ambiente europeu e da regulamentação francesa.

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2017
Fonte
Geminis
Instituição
UFSCar

Este artigo analisa a circulação das obras audiovisuais, especialmente filmes de longa-metragem, em serviços de vídeo sob demanda (VOD) na Europa, com foco principal na França. Nesse sentido, examina a regulamentação francesa que determina um intervalo mínimo de 36 meses entre a estreia no circuito de salas comerciais de cinema e a exibição em plataformas por assinatura. A partir dos dados de mercado compilados pelo Observatório Europeu do Audiovisual, também discute os impactos no setor de forma comparativa.

Desassombrar os mitos. (livro: Bernardet 80 - Impacto e influência no cinema brasileiro.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2017
Fonte
Paco

Com este livro, a abraccine (associação brasileira de críticos de cinema) homenageia jean-claude bernardet em seus 80 anos, reunindo artigos de profissionais de diferentes áreas do cinema; a produção do professor, pensador, crítico, roteirista, diretor e ator é analisada por 16 autores, entre cineastas, pesquisadores e críticos; a obra do multifacetado, polemista e provocador de ideias originais sobre o cinema brasileiro é descortinada em textos que revelam o percurso de bernardet, demonstrando assim o impacto e a influência de seu pensamento.

Django Livre e o Western: Uma aproximação com a teoria de André Bazin.

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2017
Fonte
Sessões do Imaginário
Instituição
UFSCar

Este trabalho apresenta a teoria do autor francês André Bazin sobre o western e suas diversas ramificações e alterações ao longo das últimas décadas, com especial aplicação na análise do filme Django Livre (Django Unchained, Quentin Tarantino, 2012), do diretor norte-americano Quentin Tarantino. Após tantas transformações e readaptações dos filmes ao gênero, será que Bazin legitimaria esta obra cinematográfica dentro dos cânones de pureza propostos por ele?

Filmes e telas na Água escondida (livro: Cinema e universidade: diferentes convergências)

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2017
Fonte
Editora UFPE

Não constitui novidade na seara do audiovisual a boa acolhida do cinema pernambucano produzido nos últimos 20 anos pela crítica e pela academia brasileira. Paralelo à expansão qualitativa desta safra, era natural também a multiplicação dos festivais – vitrines necessárias à circulação dos filmes – e o florescimento dos cursos de formação, alguns mais técnicos (focados na experiência do set), outros mais teóricos (graduações que priorizam a reflexão e o debate estético em torno das obras realizadas).

Mercado Audiovisual e Formação Profissional: o Perfil dos Cursos Superiores em Cinema e Audiovisual no Brasil.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2017
Fonte
Cadernos Forcine
Instituição
UFSCar / UFPEL / FAAP

O presente artigo se propõe a discutir a relação entre os cursos superiores de cinema e audiovisual e o mercado de trabalho.

Mercado Audiovisual e Formação Profissional: o Perfil dos Cursos Superiores em Cinema e Audiovisual no Brasil. Cadernos FORCINE, publicação do Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual (FORCINE)

Autoria
Danielle Christine Leite Ribeiro; Alessandra Meleiro; Guilherme Carvalho da Rosa; Luciana Rodrigues Silva
Ano
2017
Fonte
FORCINE
Instituição
UFSCar; UFPEL; FAAP

O presente artigo se propõe a discutir a relação entre os cursos superiores de cinema e audiovisual e o mercado de trabalho.

O Cinema Marginal e a política.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2017
Fonte
Nava
Instituição
UFSCar

Este artigo versa de maneira panorâmica sobre como o movimento do Cinema Marginal representou a política em seus filmes. Para tanto, são elencados desde filmes que se detém de forma muito clara na discussão política, tais como Blá, blá, blá (Andrea Tonacci, 1968) ou Cara a cara (Júlio Bressane, 1968), até aquelas obras nas quais a política não é o mote principal, mas nem por isso está ausente, como, por exemplo, O Bandido da Luz Vermelha (Rogério Sganzerla, 1968). O artigo também se propõe a problematizar classificações tradicionais na história do cinema brasileiro, como a que separa o Cinema Marginal em relação ao Cinema Novo, a partir da questão da representação da política no cinema dos anos 1960 e 1970.

Para além do ano 2000: pensar cinema no Brasil. Miguel Hernández Communication Journal.

Autoria
Antônio Carlos Amancio; Fabián Núñez;
Ano
2017
Fonte
Miguel Hernández Communication Journal

Esta coletânea de dados sobre as publicações sobre cinema no Brasil a partir do ano 2000 não se pretende exaustiva. No entanto, a dificuldade de acesso a toda a bibliografia existente, limitada aos dados disponíveis em alguns sites da Internet não impediu um amplo levantamento das obras editadas. Aos livros editados foram acrescentadas teses e dissertações defendidas nas principais universidades do país. Não foram considerados como pertinentes os estudos sobre televisão, um campo à parte. Trata-se de uma pioneira contribuição aos estudos da área, a ser atualizado permanentemente.

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