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A voz no cinema, Família Rodante e o significado fora da palavra. (em: XXI Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual)

A prática da expressão de um som vocal que não diz, ou que quando diz não possui um destinatário certo nos dá a possibilidade de pensar a voz no cinema fora da centralidade da palavra, do conteúdo. Por meio da análise das primeiras cenas de Família Rodante (Pablo Trapero, 2004) propomos pensar como a voz, mesmo estando no centro sonoro de entendimento, claramente compreensível, pode não ter a função de comunicar algo objetivo, mas sim ser parte de um personagem ou ação.

Autoria
Debora Regina Taño
Ano
2017
Fonte
Socine