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499 resultados

O pensamento industrial cinematográfico brasileiro.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2013
Fonte
Hucitec
Instituição
Unicamp

Esta tese versa sobre o pensamento industrial cinematográfico brasileiro no período que vai de 1924 a 1990. Partindo da constatação da centralidade para o meio cinematográfico das discussões em tomo da formação de uma indústria de cinema no Brasil e de que esta nunca chegou a se configurar plenamente, investigam-se quais as propostas para sua constituição, analisando desde as promessas aí contidas até suas limitações e contradições. Para realizar tal pesquisa foram utilizados livros, artigos, entrevistas, memórias e os próprios filmes nos quais diretores, críticos, produtores e políticos expõem suas idéias sobre como formar a indústria cinematográfica e quais devem ser os seus objetivos econômicos e culturais. Também foram realizadas comparações com o rádio e a televisão, a fim de se delinear diferenças presentes no ideário das três áreas passíveis de explicar, ainda que parcialmente, os motivos pelos quais o cinema não se desenvolveu economicamente tanto quanto aquelas indústrias culturais

Sons de Salles e Santiago: análise dos elementos sonoros de Santiago - reflexões sobre o material bruto.

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2013
Instituição
UFF

A presente dissertação estuda o modo como os elementos sonoros são dispostos e utilizados em Santiago reflexões sobre o material bruto, documentário dirigido por João Moreira Salles, para construir uma auto-reflexão ensaística e uma narrativa melodramática. Ela perpassa questões fundamentais do estudo teórico dessa forma de fazer filmes (a partir de Jean-Louis Comolli, Guy Gauthier e Bill Nichols) e do estudo do som cinematográfico (notadamente a partir de Michel Chion), além de manter um diálogo crítico com as numeras resenhas que o filme mereceu quando lançado

As singularidades do espaço audiovisual brasileiro nos anos 2000: reflexões sobre convergência, cinema e televisão.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2012
Fonte
C-Legenda (Ciberlegenda)
Instituição
UFF

A ideia de convergência se consolida como um recurso discursivo de progressivo destaque no mundo contemporâneo. No Brasil, a convergência se insere no planejamento do espaço audiovisual e gera novas oportunidades e contradições produtivas. Os anos 2000 apontam para uma transição política no campo audiovisual nacional que exige repensar as concepções historicamente estabelecidas. As experiências recentes de trânsito entre cinema e televisão no Brasil evidenciam dinâmicas entre a tendência mundial da convergência transmidiática e o histórico local de segregação entre os meios. Este artigo tem por objetivo refletir sobre as singularidades e limites do recurso da convergência no espaço audiovisual brasileiro contemporâneo.

Cineastas comunistas no Brasil. (livro: Intelectuais partidos: os comunistas e a mídia no Brasil.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2012
Fonte
E-Papers

Este livro apresenta os significados do comunismo no Brasil, os órgãos de difusão cultural do partido e a presença dos comunistas nos meios de comunicação.

Cinema e indústria: Reflexões sobre o modelo de pólos de produção audiovisual no Brasil (Anais do: 4º Encontro Nacional da União Latina da Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura)

Autoria
André Ricardo Araujo Virgens;
Ano
2012
Fonte
ULEPICC

Discursos, políticas e ações:processos de industrialização do campo cinematográfico brasileiro.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2012
Fonte
Itaú Cultural

O tema deste livro é a inter-relação entre a cultura e a indústria no Brasil, por meio da análise das dinâmicas do campo cinematográfico brasileiro. A obra enfoca a ligação do Estado com a industrialização do cinema brasileiro nos anos 2000, discutindo as conexões e as desconexões entre os discursos, as práticas e as políticas regulatórias para o audiovisual nacional.

Economia criativa: análise setorial.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2012
Fonte
PragMATIZES
Instituição
RAE (UFF)

A economia criativa tem sido compreendida como uma potencialalavanca para o desenvolvimento de muitas nações, sendo que maisde 60 países já realizam procedimentos sistemáticos de mapeamentodo seu setor criativo. Em estágio mais amadurecido encontram-se ospaíses desenvolvidos, notadamente os Estados Unidos, as principaiseconomias européias – com destaque para o Reino Unido - e a Austrália. Porém, mesmo estes ainda vislumbram as perspectivas de expansãodo setor, inserindo o tema estrategicamente com papel de destaqueem suas agendas econômicas.Países emergentes e em desenvolvimento conseguem ter participaçõesexpressivas em áreas específicas. Porém há um vasto territórioinexplorado de possibilidades, que devem ser objeto de políticas públicas,concebidas e implementadas num ambiente de cooperação internacional,especialmente a chamada Cooperação Sul-Sul.

Economia criativa: uma visão global.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2012
Fonte
Latitude
Instituição
UERJ e Université François Rabelais / UFF e CEBRAP

A economia criativa tem sido compreendida como uma potencial alavanca para o desenvolvimento de muitas nações, sendo que mais de 60 países já realizam procedimentos sistemáticos de mapeamento do seu setor criativo. Em estágio mais amadurecido encontram-se os países desenvolvidos, notadamente os Estados Unidos, as principais economias européias –com destaque para o Reino Unido -e a Austrália. Porém, mesmo estes ainda vislumbram as perspectivas de expansão do setor, inserindo o tema estrategicamente com papel de destaque em suas agendas econômicas. Países emergentes e em desenvolvimento conseguem ter participações expressivas em áreas específicas. Porém há um vasto território inexplorado de possibilidades, que devem ser objeto de políticas públicas, concebidas e implementadas num ambiente de cooperação internacional, especialmente a chamada Cooperação Sul-Sul.

Economia e Cultura da Moda no Brasil: um estudo para Políticas Públicas (livro: Políticas Culturais: pesquisa e formação)

Autoria
Alessandra Meleiro / Lia Calabre. (Org.)
Ano
2012
Fonte
Itaú Cultural e Fundação Casa de Rui Barbosa

Ecos Caóticos. (livro: Jairo Ferreira - Cinema de Invenção.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2012
Fonte
Centro Cultural Banco do Brasil

A obra traz textos de pesquisadores sobre o autor e sua cinematografia, entrevistas e trechos do livro "Cinema de Invenção", hoje fora de catálogo. Jairo Ferreira exerceu sua crônica de cinema marginal de um ponto de vista singular, pois, desde o início, conviveu de forma intensa com esse cinema, reunindo-se com realizadores e participando da produção de filmes. Sua trajetória constitui um pensamento sobre as relações entre o Cinema Novo e o Cinema Marginal e trouxe propostas para o cinema brasileiro.

Filmes da África e da Diáspora: objetos de discursos.

Autoria
Alessandra Meleiro; Mahomed Bamba
Ano
2012
Fonte
Repositório UFBA
Instituição
UFSCar / UFBA e EDUFBA

As obras dos cineastas africanos são valiosos objetos de estudo para pesquisadores acadêmicos. Neste livro, a partir de uma seleção desses filmes, considerados objetos estéticos e semióticos, foram elaboradas diversas reflexões teóricas sobre questões identitárias, culturais e ideológicas. Os estudos levaram em consideração a atual lógica cinematográfica e observaram questões como as novas tecnologias de armazenamento e reprodução (downloads ilegais, por exemplo).

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