Busque publicações acadêmicas sobre economia e política do audiovisual
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499 resultados
Mulheres no cinema iraniano: perspectivas criativas e ideológicas frente à intervenção estatal (livro: Mulheres de Cinema)
Nollyworld: Reflexões sobre Políticas Culturais, Narrativas e Estética na Indústria Cinematográfica Nigeriana.
Nota a propósito de Pantallas transnacionales.
Esta resenha aborda o livro Pantallas transnacionales – El cine argentino y mexicano del período clásico, organizado pelas pesquisadoras argentinas Ana Laura Lusnich, Alicia Aisemberg e Andrea Cuarterolo. O livro tem como foco os diversos tipos de relações cinematográficas entre Argentina e México entre as décadas de 1930 e 1950, com base em marcos teóricos ligados ao conceito de transnacional. A resenha destaca as principais características do livro e aponta algumas questões de interesse para o leitor brasileiro.
Panorama da inovação no audiovisual pela análise de patentes. (em: V Encontro Nacional de Propriedade Intelectual)
Pela análise de patentes é possível mapear as tecnologias desenvolvidas em uma empresa, país ou setor industrial. Esses dados fornecem informações a respeito dos tipos de tecnologias criadas, datas de solicitação, titularidade, países prioritários, entre outras. Com este ferramental, o presente artigo tece um panorama da inovação no setor audiovisual, tendo como base a definição de palavras-chave e códigos de tecnologias próprios ao setor. Por meio da busca realizada no sistema Orbit Questel®, os dados obtidos e análises subsequentes apresentam uma constância na quantidade de pedidos de patentes depositadas nas últimas duas décadas, assim como um predomínio de empresas titulares e países detentores dos direitos das tecnologias em questão. Tais achados permitem visualizar o setor por meio da dinâmica da proteção intelectual das tecnologias desenvolvidas para suas atividades e dá base para aprofundar o entendimento da inovação relacionada à indústria audiovisual.
Plataformas de Video sob Demanda: novas janelas para o cinema latino-americano.
Que horas ela volta?
“O maior privilégio é o de nem mesmo precisar pensar nos seus privilégios”. Esta frase, referindo-se aos brancos, foi dita durante um debate histórico sobre racismo, ocorrido em 2015, no Itaú Cultural, por um jovem negro da periferia de São Paulo que estava na plateia. Que horas ela volta? retrata o momento em que esse privilégio do privilégio foi arrancado da classe média brasileira. O momento delicado, tenso como um varal de roupas bem esticado, que acontecia dos muros para dentro das casas, ou da porta para dentro dos apartamentos. O momento que seria determinante para tudo o que aconteceria nos anos seguintes no Brasil. Anna Muylaert, com seu olhar afiado (não como faca, mas como agulha) para as subjetividades que fazem rodar o mundo objetivo, percebeu – e contou – essa história. Que horas ela volta? não é apenas um ótimo filme e um ótimo roteiro. É um filme e um roteiro que retratam o tempo que pariu outros tempos. Se, no início dos anos 2000, Cidade de Deus, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, deu notícias do país que não tinha mudado, apesar da volta da democracia e das ambições da Constituição de 1988, Que horas ela volta? é o filme icônico do momento em que a tensão racial e social ocultada no Brasil por tantas falsificações ao longo das décadas foi exposta ao sol do verão em toda a sua gloriosa monstruosidade.
Terra prometida: os estrangeiros nos cinemas da Argentina e do Brasil (1932-1942).
O artigo tem por objetivo comparar a contribuição dos diretores e técnicos de origem estrangeira nas cinematografias da Argentina e do Brasil no período entre 1932 e 1942. Na Argentina é possível anotar a presença de profissionais como os diretores de fotografia John Alton (húngaro) e Francis Boeniger (suíço), o montador Laszlo Kish (húngaro) ou o cenógrafo Gori Muñoz (espanhol). Já no Brasil, a presença dos estrangeiros foi menos marcante, embora haja os casos dos diretores de fotografia George Fanto (húngaro) e Aquilino Mendes (português) ou do diretor Chianca de Garcia (português). O artigo relaciona os principais profissionais estrangeiros atuantes nas duas cinematografias, as contribuições para o desenvolvimento de ambas e as motivações pelas quais os estrangeiros encontraram mais espaço na Argentina.
Under the wings of the law: Juizo (2008), by Maria Augusta Ramos (livro: Politicas of Chilldren in Latin American Cinema).
Brasil e França: do acordo cinematográfico de 1969 ao audiovisual de 2017. (livro: Coleção Cultura e Pensamento - Políticas para as Artes.)
O volume três da Coleção Cultura e Pensamento, intitulado Políticas para as Artes, abriga textos que discutem as relações entre políticas culturais e artes, com análises de ações públicas voltadas ao potencial criativo dos cidadãos e propostas de ampliação e diversificação dos tradicionais mecanismos de fomento às artes.
Cidadão Downey. (livro: Cinema musical na América Latina: aproximações contemporâneas.)
Este livro traça um passo em direção a uma sistematização de conhecimento acerca do cinema musical na América Latina. Embora tenha sido um gênero dominante em um período histórico da produção cinematográfica da região, os filmes musicais não têm recebido muita atenção da academia. Examinando questões nucleares e tangentes ao fenômeno, os artigos e depoimentos contemplam aspectos de musicais ficcionais, documentários musicais, telenovela, videoclipes e até números musicais em filmes não musicais.
Construindo o Plano de Cultura de Jundiaí: desafios e propostas para a implementação de políticas culturais no interior do Estado de São Paulo.
Coprodução de cinema com a França: mercado e internacionalização.
Ao analisar os processos realizados entre o Brasil e a França em um período de mais de quinze anos, a pesquisa de Belisa Figueiró nos ajuda a compreender a viabilidade para a internacionalização das obras brasileiras. Para aprofundar a análise, os estudos de caso avaliam importantes coproduções franco brasileiras, como Central do Brasil, do cineasta Walter Salles.
Férias do barulho
Financiamento e Fomento Público ao Audiovisual: reflexões iniciais (Anais do: XXII Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual - SOCINE)
Introdução: Cadernos FORCINE (Vol. IV).
Namorando o Brasil: o caso do filme Romance no Rio.
Este artigo aborda o filme Romance no Rio (Caminito de gloria, Luis Cesar Amadori, 1939), produzido no período do cinema clássico argentino. Partindo do contexto da realização da película pela produtora Argentina Sono Film, o texto descreve e analisa o lançamento comercial no Brasil e sua repercussão na imprensa. O artigo também discute a presença do Brasil e de elementos associados à sua cultura em Romance no Rio.
Notas sobre o processo de Panorama. (em: Anais de artigos e ensaios visuais do 13º Ciclo de Investigações em Artes Visuais)
O cinema brasileiro das décadas de 1970 e 1980. (livro: Nova história do cinema brasileiro.)
Nesta coletânea, uma série de textos de pesquisadores e especialistas traça um panorama atualizado e detalhado do cinema brasileiro. Neste primeiro volume, o cinema nacional é analisado desde a década de 1910, passando por cinema mudo, o início do cinema sonoro, a chanchada e o cinema independente carioca dos anos 1930 a 1950 e a função educativa do cinema no governo de Getúlio Vargas, concluindo com um ensaio sobre a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, importante estúdio cinematográfico brasileiro na década de 1950.
Os produtores cinematográficos e o Estado na Argentina e no Brasil (1930-1945)
Este artigo descreve e analisa as relações entre Estado e produtores cinematográficos na Argentina e no Brasil no período de 1930 a 1945, buscando também comparar ambas. No Brasil, o Estado adotou postura protecionista em relação ao cinema bem antes da Argentina, entretanto, isso não foi suficiente para fazer a produção de longas-metragens avançar no mercado. Na Argentina, o protecionismo foi mais tardio, porém ele tomou maior proporção do que no Brasil. Afigura-se também que, em ambos os casos, o protecionismo foi uma forma entre outras de o Estado tentar controlar ideologicamente a produção.
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