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Busque publicações acadêmicas sobre economia e política do audiovisual

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499 resultados

Leon Hirszman. (livro: Los cines de America Latina y el Caribe - 1890-1969.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2012
Fonte
Ediciones EICTV

El texto Los cines de América Latina y el Caribe constituye un importante aporte al estudio de la historia de la evolución de las industrias cinemetográficas en los territorios iberoamericanos, escrita por 52 especialistas del continente, dedicados a la investigación y la crítica.

Mercado comum de filmes - o cinema brasileiro e os primórdios das relações transnacionais. (livro: Meios e mensagens na aldeia virtual)

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2012
Fonte
Sulina

Este livro, “Meios e mensagens na aldeia virtual”, é realmente fruto de uma inteligência coletiva. Tem origem em textos apresentados nos Grupos de Trabalho do XI Seminário Internacional da Comunicação do PPGCOM/PUCRS. Essa edição do encontro foi dedicada ao centenário de Marshall McLuhan. Tudo, portanto, parte de uma ideia de interação, de diálogo, de renovação e de colaboração.O que o leitor vai encontrar aqui? Um mapa, um caminho, um horizonte, uma luz focada sobre temas que ainda impressionam, fascinam, chocam ou permanecem novidades para muitos. De certo modo, recua-se até McLuhan para dar um salto à frente: o visionário estava certo? Entramos definitivamente na “aldeia global”? Fomos muito além do que ele imaginou? Entramos numa nova e estonteante era tecnológica? As imagens venceram a guerra?O livro traz questões da obra de McLuhan que continuam atualíssimas: as relações do homem com as tecnologias, os efeitos psicológicos da mídia e o tributo que a História paga à Ciência ainda suscitam reflexões e pesquisa acadêmica. O livro tem essa preocupação com a obra do McLuhan, repercutir a partir de suas ideias um diálogo com a contemporaneidade.

O mundo como vontade de representação... no Piauí.

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2012
Fonte
Revista de Cultura Audiovisual
Instituição
UFF

Cícero Filho é um jovem cineasta piauiense, com uma longa carreira na realização de curtas e longas-metragens, que nunca chegaram formalmente aos circuitos de exibição do Sudeste do país. Pouco importa, porque Cícero é um fenômeno local, muito conhecido no eixo Piauí/Maranhão, com filmes que empolgam multidões e são exibidos por toda parte, aonde o cinema comercial nem sempre chega. Suas principais armas são seu profundo conhecimento da dramaturgia popular e seus métodos de produção e difusão dos filmes.

O Vampiro da Cinemateca. (livro: Jairo Ferreira - Cinema de Invenção.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2012
Fonte
Centro Cultural Banco do Brasil

A obra traz textos de pesquisadores sobre o autor e sua cinematografia, entrevistas e trechos do livro "Cinema de Invenção", hoje fora de catálogo. Jairo Ferreira exerceu sua crônica de cinema marginal de um ponto de vista singular, pois, desde o início, conviveu de forma intensa com esse cinema, reunindo-se com realizadores e participando da produção de filmes. Sua trajetória constitui um pensamento sobre as relações entre o Cinema Novo e o Cinema Marginal e trouxe propostas para o cinema brasileiro.

Octavio Getino: cineasta da integração cinematográfica latino-americana.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2012
Fonte
Geminis
Instituição
UFSCar

O falecimento em Buenos Aires do cineasta Octavio Getino no dia primeiro de outubro, aos 77 anos, foi uma triste notícia para nós que, do Brasil, acompanhamos o seu trabalho intelectual incansável de reflexão sobre o campo audiovisual latino-americano. Este artigo não é uma síntese biográfica da agitada e rica vida de Getino (1), o que se pretende é apontar para alguns dos eixos importantes do seu pensamento e estabelecer vínculos com o cinema brasileiro.

Para Além das Representações: Uma Análise das Estratégias de Produção e Distribuição de Filmes com Temática LGBT no Brasil (Anais do: XXXV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Intercom)

Autoria
André Ricardo Araujo Virgens; Clarissa Bittencourt de Pinho e Braga
Ano
2012
Fonte
Intercom
Instituição
UFBA

Este trabalho tem como objetivo discutir a produção de filmes nacionais que abordam o universo da homossexualidade do ponto de vista de suas estratégias de produção e distribuição. Assim, partindo de um breve histórico das produções cinematográficas que abordam esse universo, e com foco especial no chamado período da “retomada”, realizaremos uma analise comparativa de diferentes estratégias, posicionamentos e retorno de público a partir do estudo de caso de três filmes: Elvis e Madonna (2011, de Marcelo Laffitte); Rainhas (2008, de Fernanda Tornaghi e Ricardo Bruno); e Cazuza (2004, de Sandra Werneck e Walter Carvalho).

Políticas de integração entre cinema e televisão no Brasil. (em: Políticas Públicas e Regulação do Audiovisual.)

Autoria
Lia Bahia
Ano
2012
Fonte
CVR

O mercado audiovisual brasileiro deparou-se com o inevitável movimento de convergência de plataformas antes mesmo da produção cinematográfica nacional, conseguir romper a “barreira” que a mantém afastada da grade da programação dos canais de televisão. No entanto, as expectativas são positivas. Prevê-se que o mercado audiovisual global crescerá 15% no período 2009-2013 e o novo marco regulatório do audiovisual brasileiro, constituído sob a Lei 12.485, aponta para a possibilidade de construção de uma verdadeira indústria no Brasil. O livro Políticas públicas e regulação do audiovisual comenta as iniciativas públicas de incentivo à produção audiovisual; oferece ao leitor análises comparativas de políticas públicas na área de audiovisual; descreve impacto das leis de incentivo no mercado de produção; comenta a recepção do público e/ou da crítica ao crescimento da produção nacional; realiza uma crítica do funcionamento do sistema de regulação audiovisual; estuda os novos parâmetros e perspectiva de funcionamento do mercado de produção para televisão com a vigência da Lei 12.485. Esta obra atende a uma demanda do mundo acadêmico e do mercado audiovisual, que precisa de uma formação continuada e de uma contextualização frente aos novos desafios trazidos pelas perspectivas abertas pela Lei 12.485/11, pelas novas atribuições da ANCINE e pela expectativa de aumento da produção audiovisual brasileira. A própria ANCINE recebe pedidos de informações por parte dos mercados de produção, de distribuição e de exibição audiovisual, além de contatos com o mundo acadêmico, que apenas se inicia a pesquisar o tema, e constata-se que o mercado editorial ainda não possui trabalhos substancialmente profundos em termos de avaliação das atuais políticas públicas do audiovisual, como por exemplo, a análise do impacto do Fundo Setorial do Audiovisual, com dados inéditos, como são inéditos e/ou originais as abordagens contidas nos demais artigos.

Sonhos industriais: o cinema dos estúdios na Argentina e no Brasil nos anos 1930.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2012
Fonte
Contracampo
Instituição
UFSCar

Este artigo compara o desenvolvimento das cinematografias da Argentina e do Brasil na década de 1930. Com o advento do cinema sonoro, em ambos os países houve investimentos em estúdios, equipamentos, técnicos e na formação de um star system. Entretanto, se na Argentina a produção cresceu numericamente e teve aceitação do público, já no Brasil o mesmo não ocorreu. O texto levanta hipóteses explicativas para esta diferença.

Brasil-México: aproximações cinematográficas.

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2011
Fonte
EDUFF
Instituição
UFF

Brasil - México: aproximações cinematográficas é resultado da aproximação entre investigadores brasileiros e a cinematografia e Academia mexicanas. Na primeira parte do livro, os artigos comparam diferentes aspectos das produções audiovisuais mexicana e brasileira. Na segunda, encontram-se reflexões sobre momentos centrais da história do cinema mexicano, gêneros narrativos, mudanças de tratamento de algumas temáticas ao longo do tempo e estudos de certos realizadores e filmes.

Ciao merlettà: a volta italianada da muié rendera.

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2011
Fonte
Estudos Históricos
Instituição
UFF

O cangaceiro é personagem marcante no cinema brasileiro, ligado a uma dada mitologia do sertão e a uma perspectiva regional. Associado ao filme de cangaço, reapropriação do western, mereceu poucas representações em cinematografias estrangeiras e por isto causa surpresa a produção, na Itália de 1970, do filme O cangaceiro, de Giovanni Fago, que pretendemos analisar à luz de algumas interfaces com elementos da cultura brasileira. Consideramos a dupla apropriação do gênero (western, filme de cangaço, western spaguetti), e as atualizações temáticas, pensando as transgressões aos modelos canônicos, a partir de uma singular absorção de conteúdos historicamente definidos.

Convergência à brasileira: reflexões sobre a indústria audiovisual. (em: XII Estudos de Cinema e Audiovisual - Volume 1.)

Autoria
Lia Bahia
Ano
2011
Fonte
Socine
Instituição
UFF

Coprodução: um recurso privilegiado no campo audiovisual contemporâneo. (em: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Intercom)

Autoria
Lia Bahia
Ano
2011
Fonte
Intercom
Instituição
UFF

A coprodução se torna uma política de progressivo destaque no mundo contemporâneo. Coproduções internacionais e nacionais são cada vez mais acionadas pelos países da América Latina como estratégia de entrada dos cinemas nacionais no mundo globalizado, mas também como instrumento de sobrevivência em um universo transnacional desigual e perverso. No Brasil, o movimento de interseções entre nacional e global, culto, popular e massivo se insere cada vez mais no planejamento das políticas culturais (públicas e privadas) e gera novas possibilidades e contradições para o campo audiovisual nacional. Este artigo tem por objetivo refletir sobre as singularidades do recurso da coprodução na cinematografia brasileira contemporânea.

Do rádio à televisão: o personagem negro frente à mídia em dois filmes brasileiros.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2011
Fonte
Significação - Revista de Cultura Audiovisual
Instituição
UFSCar

Este trabalho aborda dois filmes brasileiros, Rio, zona Norte (Nelson Pereira dos Santos, 1957) e Orfeu (Carlos Diegues, 1999), possuindo como foco da sua análise a forma como essas obras representam o afrodescendente. Deve-se considerar que ambos os filmes têm negros como personagens centrais (o elenco, de forma geral, também é dominado por atores e atrizes afrobrasileiros) e trazem como tema a vida do compositor popular que vive nos morros cariocas. Entretanto, Rio, zona Norte fala da vida do criador musical não incorporado pela indústria cultural brasileira, que ainda se encontrava na fase de ouro do rádio; já a trama de Orfeu gira em torno de um artista que tem relações com a grande mídia em plena era das corporações televisivas.

Fotografia, cinema e o digital: as alterações da imagem.

Autoria
Debora Regina Taño
Ano
2011
Fonte
RUA – Revista Universitária do Audiovisual
Instituição
UFSCar

A história tanto da fotografia quanto do cinema tem seu início questionável. Geralmente ambas são contadas a partir dos recursos técnicos que as geraram, entretanto é possível observar por outro âmbito.

Fuzuê em Gaza (poder, corpos e humor) (livro: Brasil México - aproximações cinematográficas)

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2011
Fonte
EdUFF

Brasil - México: aproximações cinematográficas é resultado da aproximação entre investigadores brasileiros e a cinematografia e Academia mexicanas. Na primeira parte do livro, os artigos comparam diferentes aspectos das produções audiovisuais mexicana e brasileira. Na segunda, encontram-se reflexões sobre momentos centrais da história do cinema mexicano, gêneros narrativos, mudanças de tratamento de algumas temáticas ao longo do tempo e estudos de certos realizadores e filmes.

Globo Filmes e o fluxo entre cinema e televisão no Brasil.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2011
Fonte
Socine

As abordagens baseadas na polarização entre cinema e televisão e cultura de elite e cultura popular parecem ter perdido potência explicativa diante das demandas do capitalismo contemporâneo e da tendência mundial da convergência transmidiática global. Há uma lógica de interdependência fundamental entre os meios que está na base do processo produtivo do audiovisual global.

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