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Busque publicações acadêmicas sobre economia e política do audiovisual

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499 resultados

Proposições para o Fortalecimento de Políticas para o Audiovisual Baseadas em Evidências (livro: IV Fórum de Tiradentes: Encontros pelo Audiovisual Brasileiro).

Autoria
Alessandra Meleiro / Raquel Hallak D´Angelo e Debora Ivanov. (Org.).
Ano
2026
Fonte
Universo Produção

Em 2026, o GT Observatórios do Audiovisual focou na experiência de grupos consolidados e maduros na produção de pesquisas e dados técnicos ad hoc para apoiar tomadas de decisão por órgãos públicos, setor privado e terceiro setor, de forma a construir respostas coletivas para o cinema e o audiovisual com base em dados empíricos.

Trabalho no campo cinematográfico: marcadores sociais e invisibilidades.

Autoria
Lia Bahia; Pedro Butcher; Bruno Casalotti
Ano
2026
Fonte
MATRIZES
Instituição
UFF; UNICAMP; ESPM

O presente texto tem como intuito evidenciar o conceito de trabalho no contexto das pesquisas de economia política do cinema e do audiovisual no Brasil. A partir de uma ênfase histórica, política e social, abordamos como esse conceito tem emergido no debate público nacional sobre o fazer e pensar cinema. Para tanto, utilizamos uma revisão bibliográfica sobre o modo de produção cinematográfico hegemônico em nosso país, uma análise crítica das políticas públicas e uma breve exposição de conflitos trabalhistas recentes envolvendo trabalhadores que atuam no setor. Concluímos que o problema das relações de trabalho tem tensionado abordagens tradicionais sobre a produção cinematográfica, indicando novos caminhos de pesquisa.

2º Mapeamento da Animação no Brasil.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2025
Fonte
Instituto Iniciativa Cultural

O 2º Mapeamento da Animação no Brasil - resultado do maior esforço já realizado para a “aferição do pulso” da animação brasileira - foi desenvolvido de agosto/2024 a outubro/2025, e teve como objetivo apresentar um panorama atualizado do setor, identificando suas perspectivas, gargalos e oportunidades de desenvolvimento.

Autoria feminina nas trilhas musicais do cinema brasileiro: um panorama entre os anos 1995 e 2019.

Autoria
Suzana Reck Miranda; Debora Regina Taño; Georgia Cynara Coelho de Souza
Ano
2025
Fonte
Revista Música
Instituição
UFSCAR; UFRJ; UEG

Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa voltada ao mapeamento da presença feminina na composição de trilhas musicais para o cinema brasileiro, com o objetivo de dar visibilidade a essas profissionais e valorizar suas contribuições artísticas, historicamente invisibilizadas. A investigação buscou não apenas identificar quem são essas compositoras, mas também dimensionar a desigualdade de gênero presente nesse campo específico da produção cinematográfica. O recorte temporal abrange os filmes lançados comercialmente entre 1995 e 2019, período que se inicia com a chamada retomada do cinema brasileiro e vai até o ano anterior à pandemia de Covid-19, momento marcado por um crescimento progressivo na produção cinematográfica, estimulado por políticas públicas e leis de incentivo. Mais do que a evidente iniquidade de gênero, os resultados indicaram que poucas compositoras conseguem assinar trilhas musicais de forma individual ou consolidar uma trajetória contínua nessa função, o que colabora para um apagamento em relação à participação das mulheres na criação musical para filmes.

Digitalização e inteligência artificial na economia criativa.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2025
Fonte
Diplomatique

Qual o impacto da digitalização e do uso da inteligência artificial nos serviços criativos, incluindo oportunidades, desafios e implicações políticas? Como o Brasil está aproveitando a digitalização e a inteligência artificial para aumentar a competitividade dos serviços criativos?

Dinâmicas de campos, redes e políticas públicas na produção e pós-produção do cinema brasileiro.

Autoria
Debora Taño; Silvio Eduardo Alvarez Cândido; Ana Lucia Vitale Torkomian
Ano
2025
Fonte
Políticas Culturais em Revista
Instituição
UFSCAR; UFRJ;

Com o objetivo de compreender a influência do Estado na consolidação do campo da produção cinematográfica brasileira, por meio de políticas públicas culturais, o estudo apresenta as mudanças ocorridas no setor entre 1995 a 2018 por meio da análise das redes formadas pelas empresas responsáveis pelos processos de produção e pós-produção de áudio e imagem. Para tanto, articula as teorias de campos e a análise de redes sociais, trazendo ainda para esta a influência do Estado em suas configurações. Assim, faz-se possível entender o setor cinematográfico brasileiro enquanto um conjunto de campos interconectados, compostos pelas interações entre empresas especializadas, e como se alteraram com as políticas públicas culturais federais.

Ditadura, família: memórias e esquecimentos em Democracia em vertigem.

Autoria
Daniel Velasco Leão
Ano
2025
Fonte
Zanzalá
Instituição
UFF

Este artigo analisa os modos como Petra Costa aborda a ditadura e a família em Democracia em vertigem. O filme é situado dentro da filmografia de Petra, do giro subjetivo latino-americano e relacionado a outras obras que abordam o mesmo evento. Procuramos delinear as estratégias narrativas e estéticas operadas pela diretora para traçar pontos de permanência entre os golpes de 1964 e 2016. De forma minuciosa, operamos as passagens em que Petra rememora de forma enunciativa sua história familiar, situando estas lembranças dentro de suas funções narrativas e problematizando algumas de suas escolhas.

Fundo Setorial do Audiovisual: conquistas, contradições e novas apostas políticas. (em: Anais do XIV Seminário Internacional de Políticas Culturais.)

Autoria
Lia Bahia; Felipe Lopes
Ano
2025
Fonte
Casa Rui Barbosa
Instituição
UFF; ESPM

O cinema brasileiro está inserido em um histórico de busca pela industrialização em quase todas as políticas institucionais para o setor no Brasil. O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) se insere como um projeto de “semi-reformismo”, com mudanças e ambiguidades, em um momento de transformação social do país. O FSA foi uma conquista política para o setor, disponibilizando um volume de recurso para projetos audiovisuais até então inédito. Pensar o fundo setorial do audiovisual a partir de uma perspectiva histórica, seus avanços, contradições e novas apostas políticas parece urgente diante de tantas transformações – tecnológicas, econômicas, sociais e políticas - do campo audiovisual brasileiro no contemporâneo.

Gestão de Projetos 3D: um Guia Amigável para Produtores.

Autoria
Alana Camboim; Alessandra Meleiro; Rui Okusako
Ano
2025
Fonte
Editora da Faculdade Méliès

Este trabalho tem como objetivo auxiliar no desenvolvimento e gestão de projetos que envolvem 3D, oferecendo um guia acessível e prático voltado para pessoas interessadas em produzir materiais desse tipo e compreender cada etapa com mais clareza. O conteúdo apresentado não possui aprofundamento técnico, o que o torna adequado tanto para iniciantes quanto para profissionais experientes que desejam ampliar sua visão de gestão. A proposta é apresentar a pipeline 3D, desde a pré-produção até a entrega final, abordando de forma objetiva os principais conceitos, cada etapa e suas devidas aplicações. Além disso, são oferecidas dicas, ferramentas digitais e tabelas organizacionais que servem de suporte para o planejamento e acompanhamento de todo o projeto. O resultado deste estudo foi estruturado em formato de e-book, com o intuito de facilitar o acesso às informações, disponibilizar materiais de apoio e contribuir para um entendimento mais eficiente de uma produção 3D.

How much alike are SBIR-like programmes?

Autoria
Marcelo Pinho , Ana Paula M Avellar , Marisa R A Botelho , Debora Taño , Ana Lúcia V Torkomian
Ano
2025
Fonte
Science and Public Policy

Promoting innovation in small- and medium-sized enterprises through direct grants for research and development is the main objective of Small Business Innovation Research (SBIR), a programme that has inspired many countries and has grown in importance as part of their current innovation policies. In this article, we conducted a literature review to identify programmes similar to SBIR in other countries and compare them, considering key aspects of their operation, institutional setup, scope, and outcome assessments. Analysing the similarities and differences between the different programmes in eight countries addresses a gap in the literature, which has focused on the isolated analysis of programmes. In this methodological approach, we show how SBIR-like programmes, despite sharing the same main objective, undergo changes resulting from differences in the institutional and political framework, suggesting a process of translation rather than simple diffusion. Furthermore, the study illustrates how SBIR and SBIR-like programmes modify to adapt to changes in innovation policies over time.

Intersecções no Audiovisual Pernambucano: estudo de impacto das cotas e indutores de raça e gênero no Funcultura Audiovisual.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2025
Fonte
Repositorio ATTENA (UFPE)
Instituição
UFPE

A pesquisa trata-se de um estudo do mercado pernambucano após a implementação das cotas e indutores para pessoas negras, indígenas e mulheres (cis ou trans) na 9° Edição do Funcultura Audiovisual em 2015, trançando comparativos entre os períodos de 2010 a 2014 e 2015 a 2019. O foco do levantamento de dados está nos longas-metragem por possuírem maior parque exibidor e rotatividade de mercado; já a contextualização do estudo tem como base as teorias da interseccionalidade (CARNEIRO, CRENSHAW, GONZALEZ) e economia da cultura (COELHO, COSTA, THROSBY). Dessa maneira, as informações da pesquisa poderão contribuir de forma efetiva com os entes públicos e sociedade civil organizada, para formulação e manutenção de políticas públicas afirmativas do audiovisual e suas medidas reparatórias destinadas às populações minoritárias, assim como expandir o conhecimento sobre a relação entre cinema, raça, gênero e classe no país.

Neoglobalização e o Ecossistema XR no Brasil.

Autoria
Ines Maria Silva Maciel; Alessandra Meleiro
Ano
2025
Fonte
Caderno Virtual de Turismo (CVT)
Instituição
UFSCar

Neste artigo, buscamos discutir os fatos recentes conectados à neoglobalização no Brasil, incluindo a ascensão de um governo de extrema direita em 2018, a pandemia de COVID-19 em 2020, bem como o impacto desses eventos no crescimento do Ecossistema XR no Brasil. A presente análise é baseada em algumas questões e vários aspectos de outro estudo intitulado “Mapeamento do Ecossistema XR no Brasil”, que mostrou uma correlação direta com as limitações da neoglobalização. Além disso, discutimos como esses impactos podem influenciar o desenvolvimento do Ecossistema XR e da Indústria Criativa no Brasil no futuro.

O horror social na obra de Daniel Bandeira.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2025
Instituição
UFPE

Este artigo investiga o papel do som na construção do horror social nos filmes de Daniel Bandeira, com foco em A Menina do Algodão (2002), Amigos de Risco (2007) e Propriedade (2022). Parte-se da compreensão de que o horror social, mais do que provocar sustos imediatos, reflete ansiedades coletivas e expõe desigualdades que atravessam o cotidiano brasileiro. Em A Menina do Algodão, o uso minimalista de sons e silêncios cria tensão ao manter a ameaça indefinida, levando o público a imaginar sua origem e intensidade. Em Amigos de Risco, a paisagem sonora das ruas noturnas do Recife, marcada por vozes, trânsito, bares e o eco da violência urbana, não apenas ambienta a narrativa, mas transmite a sensação de vulnerabilidade dos personagens diante de uma cidade hostil. Já em Propriedade, o ponto de audição (POA) aproxima o espectador da escuta da protagonista, mergulhando-o em sua experiência subjetiva de medo e no confronto simbólico entre classes sociais. A análise demonstra que, em todos os casos, o som ultrapassa a função de acompanhamento da imagem: ele constrói atmosferas, provoca sensações e traduz conflitos sociais em experiência sensorial. A dimensão sonora nos filmes de Bandeira é central para a imersão do público e para consolidar um horror social brasileiro que combina estética, política e reflexão crítica sobre a realidade.

Para além da obra audiovisual: mapeamento dos mecanismos públicos de fomento a empresas. (em: XXVIII Encontro Socine)

Autoria
Hadija Chalupe da Silva; Débora Regina Taño
Ano
2025
Fonte
SOCINE

A pesquisa propõe mapear formas de fomento ao audiovisual que priorizem a sustentabilidade de produtoras e empresas do setor, para além do apoio pontual a obras. A partir da análise dos Núcleos Criativos do FSA e do edital paulista da Lei Paulo Gustavo, busca-se refletir sobre políticas que promovam continuidade, estrutura econômica e fortalecimento organizacional no audiovisual brasileiro.

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