Busque publicações acadêmicas sobre economia e política do audiovisual
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499 resultados
Uma trama em vários atos. Ou o cinema brasileiro em busca de seu público.
O presente trabalho objetiva apresentar os resultados da primeira fase da pesquisa de Entre Telas, realizada com consumidores de audiovisual no Brasil, com o objetivo de entender seus hábitos de consumo, como gastos, frequência, suportes e motivações. Para tanto, utilizou-se de pesquisa estruturada, cuja análise se baseia do conceito de habitus e capital cultural (Bourdieu). A pesquisa foi realizada em duas fases, e a primeira, apresentada aqui, colheu respostas através de um questionário online com perguntas de caráter socioeconômico e comportamental referente ao cinema.
?Corre S/A ? Série Televisiva.
Aspectos da crítica cinematográfica comunista no Brasil: o diálogo entre Alex Viany e Walter da Silveira. (livro: Walter da Silveira e o cinema moderno no Brasil)
O livro apresenta os artigos de Walter da Silveira (1915 – 1970) sobre o cinema no Brasil e na Bahia, escritos entre 1943 e 1970. Ao lado de um conjunto relevante de críticas, ensaios, conferências e teses do autor, incluindo seleção de seus textos teóricos, estão reunidas na obra as cartas trocadas com dois outros críticos e historiadores do cinema brasileiro, Alex Viany e Paulo Emílio Sales Gomes, e com o crítico e cineasta Glauber Rocha. Além disso, documentos, fortuna crítica e um dossiê de artigos inéditos visam apresentar e contextualizar a importância de suas ações e pensamento para o desenvolvimento das ideias sobre cinema independente e para afirmação da crítica e do cinema modernos.
Como as pesquisas no Brasil entendem a indústria cinematográfica nacional? Uma revisão das publicações das associações de estudos de cinema. (livro: Outras Pontes: abordagens e objetos emergentes no cinema e no audiovisual.).
Os textos que compõem esta publicação são oriundos de uma Chamada Pública destinada a pesquisadores das diversas áreas do conhecimento, para a qual foram submetidos cerca de quarenta textos. Houve um rigoroso processo de seleção, em que doutoras e doutores deram pareceres cegos sobre as propostas, o que resultou em artigos diversos e de alta qualidade, que são aqui apresentados. Pensar o Cinema como Ciência é firmar trocas com outros campos de saberes e com conhecimentos heterogêneos, que tornam visíveis as mais diversas realidades sociais e culturais, bem como permitem acessar, acima de tudo, o humano, o espaço e o tempo que nos constitui como pessoas. Nesse sentido, esta publicação reúne textos resultantes das pesquisas mais recentes desenvolvidas por mestrandos, mestres, doutorandos e doutores, que tenham abordagens transdisciplinares e mirem os objetos audiovisuais em estreita relação com a sociedade. O livro pretende estabelecer uma mediação mais direta entre o campo do Cinema e do Audiovisual com outras Ciências, mas também oferecer uma linguagem acadêmica dinâmica e objetiva, acessível a todos os públicos.
Convergência audiovisual brasileira: ausências, incompletudes e desafios políticos. (em: CINEOP - 15[ Mostra de Cinema de Ouro Preto.)
Economia da Cultura e do Audiovisual: a importância dos dados.
Ainda que determinados aspectos da indústria criativa ocupem um papel cada vez mais central na discussão econômica global, como as regulamentações sobre propriedade intelectual, o fato é que as indústrias criativas ainda são insuficientemente estudadas em seus aspectos econômicos nos países em desenvolvimento.
Economia do Ecossistema XR no Brasil.
Ecossistema XR no Brasil: desafios, ameaças e perspectivas (livro: Introdução a Realidade Virtual e Aumentada)
Equidade de gênero e raça no audiovisual brasileiro: ações propositivas e afirmativas.
Em 2019, o Rio2C trouxe o tema da presença da mulher no setor audiovisual em diversos momentos da programação, refletindo uma tendência mundial da indústria criativa em incorporar debates e ações positivas de igualdade de gênero e raça em suas práticas. Um conjunto diverso de acontecimentos toma forma a partir de 2015 quando eventos, juris e premiações passam a ser questionados e tendem a ser mais inclusivos com mulheres e negros. São exemplos desse processo o painel Agendas da Mudança ocorrido durante o Cannes Lions 2018, o número histórico de premiações para mulheres e pessoas negras no Oscar 2019 ou a existência de 12 painéis com a palavra women na edição de 2019 do South by Southwest, dentre outros.
Estudios San Miguel no Brasil: uma experiência cinematográfica transnacional na América do Sul.
Este artigo tem por objetivo reconstruir a trajetória no Brasil dos Estudios San Miguel, uma das principais produtoras argentinas do período clássico do cinema, ou seja, aquele marcado pelo Studio system. Estudios San Miguel foi a empresa cinematográfica argentina de então que buscou de maneira mais estruturada um espaço no mercado brasileiro. O artigo destaca a atuação da distribuidora São Miguel Filmes do Brasil, bem como a realização e a recepção crítica de duas coproduções: Não me diga adeus (Luis José Moglia Barth, 1948) e Mundo estranho (Francisco Eichorn, 1948).
Forcine: 20 anos de contribuições para a formação profissional e desenvolvimento do campo audiovisual (livro: O campo da comunicação: epistemologia e contribuições)
Isomorfismo mimético no cinema brasileiro: o modelo norte-americano de governança e a frustração da indústria nacional.
A ideia da industrialização do cinema no Brasil passou a ser pauta constante a partir da década de 1920, tanto de críticos, quanto de realizadores. As discussões acerca do que deveria ser feito e o que seria o cinema brasileiro por excelência sempre encontravam o modelo norte-americano como referência. A tentativa de seguir tal modelo, no entanto, não abriu espaço para a adoção de outras lógicas e estruturas de governança que existiam, mas não eram valorizadas pelo meio. A partir das teorias institucionais e das diferentes estruturas de governança das organizações, propõem-se examinar as tentativas de industrialização do cinema brasileiro entre os anos 1920 e 1960, identificando as práticas de legitimação do cinema nacional frente a um pensamento artístico do que seria qualidade e, sobretudo, de um modelo de produção institucionalmente mimetizado do modelo hollywoodiano clássico.
Mapeamento do Ecossistema de XR no Brasil.
Museus e ciência: revisão dos estudos históricos e das instituições na Espanha.
Este artigo propõe uma análise dos estudos históricos de pesquisadores espanhóis sobre a criação dos museus científicos na Espanha. Como método, aplica a revisão bibliográfica dos trabalhos publicados pela revista Arbor, os quais examinam o papel da ciência e da tecnologia não apenas no propósito de instauração das próprias instituições, mas também na restauração de obras e peças museológicas, com especial atenção ao Museu de Ciência e Tecnologia de Madri e ao Instituto San Isidro. Da mesma forma, este texto aborda a interação entre o público e os museus espanhóis, reconhecendo a perspectiva da museologia crítica como uma possibilidade de aproximação entre as escolas, os visitantes e os museus.
Música e voz cantada em/de Família Rodante (Pablo Trapero/León Gieco).
Partindo de estudos a respeito da voz e da canção no cinema e tendo como objeto de análise o filme Família Rodante (Pablo Trapero, 2004), o presente trabalho analisa o uso da canção tema do filme, como uma espécie peculiar de voz dentro da narrativa cinematográfica. Nossa hipótese é a de que o modo como o filme articula suas múltiplas vozes tende a deslocar o que os personagens dizem para além de um fluxo semântico: suas palavras flutuam sonoramente e em relevância. Já o conteúdo semântico da canção, expresso por uma voz extra-diegética, dá ao espectador informações objetivas sobre a família que viaja. Tal interpretação com relação à letra e às imagens que a acompanham é de fundamental importância para o entendimento de sua presença no filme e também da relação que tece com os personagens, com suas vozes e ações.
O audiovisual e a pandemia do coronavírus: novos formatos, velhos padrões
O cinema brasileiro nas telas argentinas no período dos estúdios (1933-1954).
Este artigo aborda o conjunto de longas-metragens brasileiros sonoros exibidos nos cinemas de Buenos Aires no período de 1933 a 1954, ou seja, quando do predomínio do estúdio como base da produção. Trata-se do resultado de uma ampla pesquisa de fontes primárias, tais como revistas e jornais, realizada em Buenos Aires. O texto tem por metodologia a historiografia do cinema. Ele objetiva descrever e analisar as características principais de cada um dos filmes que alcançaram as telas argentinas, o seu lançamento em Buenos Aires e a repercussão na imprensa, bem como discutir os traços comuns destas produções e as suas dificuldades naquele mercado. Entre outros pontos, destaca-se a questão da língua como um entrave para a produção brasileira e a necessidade da associação entre brasileiros e argentinos para alcançar uma melhor circulação das películas.
O Cinema como Linguagem Transversal.
O Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual _x0096_ FORCINE _x0096_ comemora 20 anos de atuação com uma edição especial do seu congresso anual 100% online, gratuita e inovadora, a começar pelo tema: _x0093_O cinema como linguagem transversal. Isto se deve ao fato de que atualmente o cinema não só resume e integra todas as artes e linguagens do passado (fotografia, pintura, arquitetura, escultura, música, literatura, teatro), como também se dedica a pensar e a anunciar os possíveis meios e dispositivos de comunicação do futuro (TV, Vídeo, Rádio, Internet e outras Mídias). Atualmente, gêneros de arte como o teatro ou a dança, a ópera e o musical, assim como formas e técnicas de comunicação como a telenovela, a realidade virtual, os games e reality shows, bem como os streamings e os podcasts, referem-se à tradição cinematográfica o tempo todo ora se apropriando de técnicas e recursos estéticos típicos do cinema, ora adaptando suas histórias e enredos, suas imagens e sons aos seus próprios fins midiáticos.
O consumo de vídeos em dispositivos móveis: uma análise da ferramenta ?No seu tempo? da plataforma Globoplay.
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