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Busque publicações acadêmicas sobre economia e política do audiovisual

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499 resultados

Uma trama em vários atos. Ou o cinema brasileiro em busca de seu público.

Autoria
Mannuela Costa; William Fernando de Oliveira Santos
Ano
2021
Fonte
REVISTA PARADOXOS
Instituição
UFPE

O presente trabalho objetiva apresentar os resultados da primeira fase da pesquisa de Entre Telas, realizada com consumidores de audiovisual no Brasil, com o objetivo de entender seus hábitos de consumo, como gastos, frequência, suportes e motivações. Para tanto, utilizou-se de pesquisa estruturada, cuja análise se baseia do conceito de habitus e capital cultural (Bourdieu). A pesquisa foi realizada em duas fases, e a primeira, apresentada aqui, colheu respostas através de um questionário online com perguntas de caráter socioeconômico e comportamental referente ao cinema.

Aspectos da crítica cinematográfica comunista no Brasil: o diálogo entre Alex Viany e Walter da Silveira. (livro: Walter da Silveira e o cinema moderno no Brasil)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2020
Fonte
EDUFBA

O livro apresenta os artigos de Walter da Silveira (1915 – 1970) sobre o cinema no Brasil e na Bahia, escritos entre 1943 e 1970. Ao lado de um conjunto relevante de críticas, ensaios, conferências e teses do autor, incluindo seleção de seus textos teóricos, estão reunidas na obra as cartas trocadas com dois outros críticos e historiadores do cinema brasileiro, Alex Viany e Paulo Emílio Sales Gomes, e com o crítico e cineasta Glauber Rocha. Além disso, documentos, fortuna crítica e um dossiê de artigos inéditos visam apresentar e contextualizar a importância de suas ações e pensamento para o desenvolvimento das ideias sobre cinema independente e para afirmação da crítica e do cinema modernos.

Como as pesquisas no Brasil entendem a indústria cinematográfica nacional? Uma revisão das publicações das associações de estudos de cinema. (livro: Outras Pontes: abordagens e objetos emergentes no cinema e no audiovisual.).

Autoria
Debora Regina Taño
Ano
2020
Fonte
Nau Editora

Os textos que compõem esta publicação são oriundos de uma Chamada Pública destinada a pesquisadores das diversas áreas do conhecimento, para a qual foram submetidos cerca de quarenta textos. Houve um rigoroso processo de seleção, em que doutoras e doutores deram pareceres cegos sobre as propostas, o que resultou em artigos diversos e de alta qualidade, que são aqui apresentados. Pensar o Cinema como Ciência é firmar trocas com outros campos de saberes e com conhecimentos heterogêneos, que tornam visíveis as mais diversas realidades sociais e culturais, bem como permitem acessar, acima de tudo, o humano, o espaço e o tempo que nos constitui como pessoas. Nesse sentido, esta publicação reúne textos resultantes das pesquisas mais recentes desenvolvidas por mestrandos, mestres, doutorandos e doutores, que tenham abordagens transdisciplinares e mirem os objetos audiovisuais em estreita relação com a sociedade. O livro pretende estabelecer uma mediação mais direta entre o campo do Cinema e do Audiovisual com outras Ciências, mas também oferecer uma linguagem acadêmica dinâmica e objetiva, acessível a todos os públicos.

Economia da Cultura e do Audiovisual: a importância dos dados.

Autoria
Alessandra Meleiro
Ano
2020
Fonte
Revista Exibidor

Ainda que determinados aspectos da indústria criativa ocupem um papel cada vez mais central na discussão econômica global, como as regulamentações sobre propriedade intelectual, o fato é que as indústrias criativas ainda são insuficientemente estudadas em seus aspectos econômicos nos países em desenvolvimento.

Equidade de gênero e raça no audiovisual brasileiro: ações propositivas e afirmativas.

Autoria
Alessandra Meleiro; Tainá Xavier.
Ano
2020
Fonte
Revista Exibidor

Em 2019, o Rio2C trouxe o tema da presença da mulher no setor audiovisual em diversos momentos da programação, refletindo uma tendência mundial da indústria criativa em incorporar debates e ações positivas de igualdade de gênero e raça em suas práticas. Um conjunto diverso de acontecimentos toma forma a partir de 2015 quando eventos, juris e premiações passam a ser questionados e tendem a ser mais inclusivos com mulheres e negros. São exemplos desse processo o painel Agendas da Mudança ocorrido durante o Cannes Lions 2018, o número histórico de premiações para mulheres e pessoas negras no Oscar 2019 ou a existência de 12 painéis com a palavra women na edição de 2019 do South by Southwest, dentre outros.

Estudios San Miguel no Brasil: uma experiência cinematográfica transnacional na América do Sul.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2020
Fonte
Revista Imagofagia
Instituição
UFSCar

Este artigo tem por objetivo reconstruir a trajetória no Brasil dos Estudios San Miguel, uma das principais produtoras argentinas do período clássico do cinema, ou seja, aquele marcado pelo Studio system. Estudios San Miguel foi a empresa cinematográfica argentina de então que buscou de maneira mais estruturada um espaço no mercado brasileiro. O artigo destaca a atuação da distribuidora São Miguel Filmes do Brasil, bem como a realização e a recepção crítica de duas coproduções: Não me diga adeus (Luis José Moglia Barth, 1948) e Mundo estranho (Francisco Eichorn, 1948).

Isomorfismo mimético no cinema brasileiro: o modelo norte-americano de governança e a frustração da indústria nacional.

Autoria
Debora Regina Taño; Ana Lúcia Vitale Torkomian
Ano
2020
Fonte
COMUNICACAO, MIDIA E CONSUMO
Instituição
UFSCar

A ideia da industrialização do cinema no Brasil passou a ser pauta constante a partir da década de 1920, tanto de críticos, quanto de realizadores. As discussões acerca do que deveria ser feito e o que seria o cinema brasileiro por excelência sempre encontravam o modelo norte-americano como referência. A tentativa de seguir tal modelo, no entanto, não abriu espaço para a adoção de outras lógicas e estruturas de governança que existiam, mas não eram valorizadas pelo meio. A partir das teorias institucionais e das diferentes estruturas de governança das organizações, propõem-se examinar as tentativas de industrialização do cinema brasileiro entre os anos 1920 e 1960, identificando as práticas de legitimação do cinema nacional frente a um pensamento artístico do que seria qualidade e, sobretudo, de um modelo de produção institucionalmente mimetizado do modelo hollywoodiano clássico.

Museus e ciência: revisão dos estudos históricos e das instituições na Espanha.

Autoria
Belisa Figueiró
Ano
2020
Fonte
Transições
Instituição
CBM

Este artigo propõe uma análise dos estudos históricos de pesquisadores espanhóis sobre a criação dos museus científicos na Espanha. Como método, aplica a revisão bibliográfica dos trabalhos publicados pela revista Arbor, os quais examinam o papel da ciência e da tecnologia não apenas no propósito de instauração das próprias instituições, mas também na restauração de obras e peças museológicas, com especial atenção ao Museu de Ciência e Tecnologia de Madri e ao Instituto San Isidro. Da mesma forma, este texto aborda a interação entre o público e os museus espanhóis, reconhecendo a perspectiva da museologia crítica como uma possibilidade de aproximação entre as escolas, os visitantes e os museus.

Música e voz cantada em/de Família Rodante (Pablo Trapero/León Gieco).

Autoria
Debora Regina Taño
Ano
2020
Fonte
Revista Imagofagia
Instituição
UFSCar

Partindo de estudos a respeito da voz e da canção no cinema e tendo como objeto de análise o filme Família Rodante (Pablo Trapero, 2004), o presente trabalho analisa o uso da canção tema do filme, como uma espécie peculiar de voz dentro da narrativa cinematográfica. Nossa hipótese é a de que o modo como o filme articula suas múltiplas vozes tende a deslocar o que os personagens dizem para além de um fluxo semântico: suas palavras flutuam sonoramente e em relevância. Já o conteúdo semântico da canção, expresso por uma voz extra-diegética, dá ao espectador informações objetivas sobre a família que viaja. Tal interpretação com relação à letra e às imagens que a acompanham é de fundamental importância para o entendimento de sua presença no filme e também da relação que tece com os personagens, com suas vozes e ações.

O cinema brasileiro nas telas argentinas no período dos estúdios (1933-1954).

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2020
Fonte
Revista Famecos
Instituição
UFSCar

Este artigo aborda o conjunto de longas-metragens brasileiros sonoros exibidos nos cinemas de Buenos Aires no período de 1933 a 1954, ou seja, quando do predomínio do estúdio como base da produção. Trata-se do resultado de uma ampla pesquisa de fontes primárias, tais como revistas e jornais, realizada em Buenos Aires. O texto tem por metodologia a historiografia do cinema. Ele objetiva descrever e analisar as características principais de cada um dos filmes que alcançaram as telas argentinas, o seu lançamento em Buenos Aires e a repercussão na imprensa, bem como discutir os traços comuns destas produções e as suas dificuldades naquele mercado. Entre outros pontos, destaca-se a questão da língua como um entrave para a produção brasileira e a necessidade da associação entre brasileiros e argentinos para alcançar uma melhor circulação das películas.

O Cinema como Linguagem Transversal.

Autoria
Alessandra Meleiro; Kátia A. Maciel
Ano
2020
Fonte
Revista Exibidor

O Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual _x0096_ FORCINE _x0096_ comemora 20 anos de atuação com uma edição especial do seu congresso anual 100% online, gratuita e inovadora, a começar pelo tema: _x0093_O cinema como linguagem transversal. Isto se deve ao fato de que atualmente o cinema não só resume e integra todas as artes e linguagens do passado (fotografia, pintura, arquitetura, escultura, música, literatura, teatro), como também se dedica a pensar e a anunciar os possíveis meios e dispositivos de comunicação do futuro (TV, Vídeo, Rádio, Internet e outras Mídias). Atualmente, gêneros de arte como o teatro ou a dança, a ópera e o musical, assim como formas e técnicas de comunicação como a telenovela, a realidade virtual, os games e reality shows, bem como os streamings e os podcasts, referem-se à tradição cinematográfica o tempo todo ora se apropriando de técnicas e recursos estéticos típicos do cinema, ora adaptando suas histórias e enredos, suas imagens e sons aos seus próprios fins midiáticos.

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