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499 resultados

Fronteira, fusão, filme: um toque.

Autoria
Tunico Amancio
Ano
2010
Fonte
Contemporanea
Instituição
USP

Considerada a primeira co-produção cinematográfica no âmbito do MERCOSUL, o filme O toque do Oboé, de Claudio MacDowell se ressente de uma indefinição que demonstra de maneira cabal as dificuldades de circulação cultural e comercial de filmes entre os países vizinhos do Brasil. Mesmo amparado em tradições potentes, o projeto produtivo/associativo da realização cinematográfica emblematiza o histórico desequilibrio econômico e simbólico ainda reinante entre os países do Mercado Comum do Sul. O texto verifica algumas dessas tensões, marcadas pela relação entre cinema e literatura.

Marcel Camus ou o Triste Prévert dos Trópicos.

Autoria
Tunico Amancio
Ano
2010
Fonte
Revista Acervo
Instituição
UFF

Marcel Camus fez três filmes de longa-metragem no Brasil e com um deles – Orfeu do carnaval – ganhou fama internacional imediata. Seus outros filmes passaram despercebidos do público e da crítica. Taxados de folclóricos, exóticos, ingênuos, românticos e alienados, trouxeram uma imagem do Brasil cheia de afeto e curiosidade, que valem como testemunho de uma época e de um olhar estrangeiro.

Notas sobre a emergência de um novo cenário audiovisual no Brasil nos anos 2000.

Autoria
Lia Bahia; Tunico Amâncio
Ano
2010
Fonte
Contracampo
Instituição
UFF

O artigo tem como proposta investigar as disputas que atravessam o processo de reorganização do campo audiovisual brasileiro diante da tendência mundial da convergência transmidiática. A reflexão se volta prioritariamente para a relação entre cinema e televisão no Brasil nos anos 2000, a partir de exemplos como a criação da Globo Filmes, co-produções da televisão com produtoras independentes e novos marcos regulatórios e mecanismos de incentivos especificos de entrelaçamento entre os meios. Este movimento de reinvenção do campo do audiovisual será historicizado e problematizado a fim de encontrar as singularidades que conformam o campo audiovisual brasileiro diante da convergência transmidiática.

Novos contextos, outras estratégias: notas sobre o cinema latino-americano nos anos 2000.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2010
Fonte
C-Legenda (Ciberlegenda)
Instituição
UFF

O trabalho avança hipóteses sobre as relações entre poderes locais e globais que envolvem a produção dos cinemas latino-americanos nos anos 2000. A historiografia recente destas cinematografias é o fio condutor para a análise das vertentes políticas, culturais e econômicas dos cinemas latino-americanos. Contextualizados pela globalização cultural e econômica, a produção dos cinemas nacionais se explicita como campo de batalha híbrido, no qual os aspectos simbólicos e mercadológicos estão profundamente imbricados.

O Brasil no Olimpo: Orfeu Negro e a Mús(ic)a (livro: Perspectivas em informação Visual: cultura, percepção e representação)

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2010
Fonte
EDUFBA

Este livro reúne textos de professores e pesquisadores franceses e brasileiros, além de profissionais do cinema, que abordam em seus textos temas relativos à representação social, à informação visual e ao cinema em seus diferentes gêneros. Busca traçar um panorama das pesquisas realizadas pelos diferentes autores sobre questões tão fundamentais para se compreender a posição do “eu” e do “outro” nos diversos contextos socioculturais.

O cinema e Bakhtin: notas acerca da contribuição de Robert Stam. (livro: Círculo - Rodas de Conversa Bakhtiniana: Caderno de textos e anotações.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2010
Fonte
Pedro & João Editores

O pensamento industrial cinematográfico brasileiro: ontem e hoje. (livro: Vol III Cinema e Mercado.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2010
Fonte
Escrituras

Por fim, “Cinema e Mercado”, a terceira obra da coleção, retrata em profundidade o tripé produção, distribuição e exibição. Arthur Autran escreve sobre o pensamento industrial brasileiro, João Paulo Rodrigues Matta faz um apanhado sobre a ineficácia da distribuição, enquanto Luiz Gonzaga de Luca traz números e especificidades do parque exibidor.

Produtos de intervalo: como a lógica da sedução publicitária vira metalinguagem na TV.

Autoria
Mannuela Costa
Ano
2010
Fonte
Intercom
Instituição
UFPE

Este artigo investiga os formatos, características e funções dos produtos de intervalo, produzidos e veiculados pelas emissoras de TV, especialmente a vinheta, observando suas transformações ao logo do tempo, tomando por base conceitos dos estudos sobre televisão, marketing, e da propaganda. Esta escolha nos ajuda a entender historicamente os breaks ou comerciais televisivos, bem como aponta para a extensão da lógica publicitária para além de seus espaços tradicionais. Por conseqüência, pode-se problematizar questões sobre o futuro da propaganda frente às novas tecnologias de comunicação.

Reinventando o audiovisual brasileiro: algumas notas.

Autoria
Lia Bahia Cesário; Tunico Amancio
Ano
2010
Fonte
Contracampo (UFF)
Instituição
UFF

O artigo tem como proposta investigar as disputas que atravessam o processo de reorganização do campo audiovisual brasileiro diante da tendência mundial da convergência transmidiática. A reflexão se volta prioritariamente para a relação entre cinema e televisão no Brasil nos anos 2000, a partir de exemplos como a criação da Globo Filmes, co-produções da televisão com produtoras independentes e novos marcos regulatórios e mecanismos de incentivos específicos de entrelaçamento entre os meios. Este movimento de reinvenção do campo do audiovisual será historicizado e problematizado a fim de encontrar as singularidades que conformam o campo audiovisual brasileiro diante da convergência transmidiática.

A Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira (VoI II: Cinema e Economia Política).

Autoria
Alessandra Meleiro (Org.)
Ano
2009
Fonte
Escrituras e Iniciativa Cultural

Em “Cinema e Economia Política” (vol. II), diversos autores analisam as especificidades econômicas da indústria. Em seu artigo, o diplomata Marco Farani destrincha a política externa de promoção do cinema nacional em festivais internacionais e também em eventos específicos para filmes brasileiros. Edna dos Santos-Duisenberg aponta os desafios da economia criativa, enquanto Alessandro Teixeira detalha o papel da Apex-Brasil nesse contexto.

A Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira (VoI III: Cinema e Mercado).

Autoria
Alessandra Meleiro (Org.)
Ano
2009
Fonte
Escrituras e Iniciativa Cultural

Por fim, “Cinema e Mercado”, a terceira obra da coleção, retrata em profundidade o tripé produção, distribuição e exibição. Arthur Autran escreve sobre o pensamento industrial brasileiro, João Paulo Rodrigues Matta faz um apanhado sobre a ineficácia da distribuição, enquanto Luiz Gonzaga de Luca traz números e especificidades do parque exibidor.

Cinema brasileiro: propostas para uma história.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto; Jean-Claude Bernadet
Ano
2009
Fonte
Companhia das Letras

Publicado originalmente em 1979, Cinema brasileiro: propostas para uma história marcou época. Curto, ousado, original, o livro examina a presença do cinema no cenário cultural do país de fins do século XIX até os anos 1970. Há muito tempo esgotada, a obra agora recebe edição revista e ampliada, que inclui uma coletânea de artigos publicados por Jean-Claude Bernardet ao longo dos últimos trinta anos. Nessa história política do cinema brasileiro, o autor mostra como, durante boa parte do século XX, o Brasil foi um país sem produção cinematográfica industrial e com dificuldade de engendrar uma expressão cultural própria. No conforto de consumir cinema importado, o espectador brasileiro habituara-se a "ler" os filmes. A produção nacional surgiu do esforço de um grupo de pessoas com diferentes interesses na área do cinema e respondeu tanto ao apelo nacionalista como ao desejo de criar uma área de ação no país. Cinema brasileiro: propostas para uma história suscita e alimenta o debate sobre cinema e política cultural, discutindo as principais características que marcaram e atravessaram a sétima arte no Brasil.

Cinema e Políticas de Estado: da Embrafilme à Ancine (Vol. I).

Autoria
Melina Izar Marson; Alessandra Meleiro (Org.)
Ano
2009
Fonte
Escrituras e Iniciativa Cultural

No volume I, “Cinema e Políticas de Estado: da Embrafilme a Ancine”, a autora Melina Marson traça uma linha na história do cinema brasileiro, mostrando os bastidores do fim do ciclo da estatal da Embrafilme, no início dos anos 1990, passando pela criação da Lei Rouanet e da Lei do Audiovisual, a euforia do período da Retomada até chegar ao momento da repolitização e a participação da televisão no cinema, em 2002, culminando com a criação da Agência Nacional do Cinema – ANCINE.

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