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Fronteira, fusão, filme: um toque.

Considerada a primeira co-produção cinematográfica no âmbito do MERCOSUL, o filme O toque do Oboé, de Claudio MacDowell se ressente de uma indefinição que demonstra de maneira cabal as dificuldades de circulação cultural e comercial de filmes entre os países vizinhos do Brasil. Mesmo amparado em tradições potentes, o projeto produtivo/associativo da realização cinematográfica emblematiza o histórico desequilibrio econômico e simbólico ainda reinante entre os países do Mercado Comum do Sul. O texto verifica algumas dessas tensões, marcadas pela relação entre cinema e literatura.

Autoria
Tunico Amancio
Instituição
USP
Ano
2010
Fonte
Contemporanea