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499 resultados

Um Rio que correu o mundo - Orfeu Negro na Cidade Maravilhosa (livro: Rio 450 anos de cinema)

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2016
Fonte
FAPERJ

Esta coletânea é fruto de um desejo de longa data que o Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ) acalentava: associar-se ao Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense. Para sacramentar a parceria, utilizamos como motivação as comemorações dos 450 anos da cidade. Assim, no decorrer de 2014, somando-se aos eventos festivos planejados para a ocasião, as duas instituições iniciaram uma aproximação que resultou em projetos concretos.

Argentina Sono Film e Cinédia: uma comparação.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2015
Fonte
Significação - Revista de Cultura Audiovisual
Instituição
UFSCar

O artigo compara a atuação da Cinédia, produtora cinematográfica brasileira fundada em 1930 por Adhemar Gonzaga, com a da Argentina Sono Film, criada em 1933 por Ángel Mentasti. O objetivo da comparação é descrever e analisar as estratégias de produção das empresas e a relação com o mercado nos primeiros anos de funcionamento de ambas, bem como as principais características dos filmes realizados no período. O artigo também descreve e coteja parte da trajetória de vida de Gonzaga e Mentasti.

Cinema e televisão: distinção, circularidade e convergências possíveis.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2015
Fonte
COCAAL
Instituição
UFF

O espaço audiovisual é marcado por lutas e disputas históricas. Colocar as concepções historicamente construídas sobre cinema e a televisão em perspectiva e diálogo fornece uma visão ampliada para se pensar o momento atual, no qual os conflitos, contradições, negociações e apropriações se tornam evidentes. Meios, que até então se encontravam discursivamente segregados dentro da hierarquia cultural, se misturam, através do processo da hibridação, gerando produtos e processos circulares.

Cinema, ao fim e ao cabo. Primeiras impressões sobre o impacto da Lei 12.485/2011, a Lei da TV paga, no Brasil.

Autoria
Mannuela Costa
Ano
2015
Fonte
REBECA
Instituição
UFPE

O presente artigo analisa o impacto da Lei 12.485/11, conhecida como Lei da TV a cabo, sobre o mercado cinematográfico de produção independente. Para tanto, vale-se de um breve diagnóstico do papel da televisão para o cinema independente nacional e inclui análise dos agentes do setor, passando pela problematização da atuação agência reguladora do cinema no Brasil, a ANCINE. Com esses objetivos, utiliza-se de literatura especializada sobre regulação do setor de comunicações, oriundos da Economia Política da Comunicação e de entrevistas a agentes da produção cinematográfica independente brasileira.

Franquias Televisivas: processos de produção, venda e circulação.

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2015
Fonte
REVISTA GEMINIS
Instituição
UFF

O artigo aborda questões relativas à produção e venda de franquias televisivas, diferenciando este processo comercial dos demais. Pesquisa bibliográfica e entrevistas em profundidade com profissionais de emissoras e produtoras da América Latina indicaram que a venda de franquias é mais complexa, caracterizada por mecanismos de proteção ao formato, profissionalização das trocas, maior variedade de gêneros ofertados e de agentes atuantes no mercado internacional.

História argentina recente em Nueve Reinas: análise da presença histórica no filme de ficção. (em: XX CONGRESSO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO NA REGIÃO SUDESTE)

Autoria
Debora Regina Taño
Ano
2015
Fonte
Intercom

Com o objetivo de entender de que forma se dá a relação entre contexto histórico-social e filmes de ficção, o presente trabalho analisa o filme Nueve Reinas de Fabián Bielinsky (2000) em união ao período da crise econômica argentina do final década de 1990. Para tanto, utiliza-se da análise fílmica e das contribuições de Antonio Candido, relativas à análise literária, como norteadoras, tendo como pressuposto que obra e contexto relacionam-se a ponto de que elementos deste estão presentes tanto na temática quanto na estrutura da narrativa.

Polos de Produção Cinematográficos no Brasil: reflexões sobre o caso do Rio de Janeiro. (Anais do: VI Congresso da Compolítica - Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política)

Autoria
André Ricardo Araujo Virgens
Ano
2015
Fonte
Congresso da Compolítica

Relato do I Seminário Paulista de Ensino e Mercado de Trabalho em Audiovisual.

Autoria
Alessandra Meleiro; Ana Carolina Tamassia; Nicole Coelho; Andressa Nowasyk
Ano
2015
Fonte
Forcine
Instituição
UFSCAR

Em meio à crise econômica pela qual passamos no país, a cadeia produtiva do audiovisual vive situação de pleno emprego.Este quadro é decorrente do período de grandes transformações do setor nos últimos dez anos, como a ampliação das leis de incentivo, o surgimento de novos marcos legais (lei 12.485/11, a implantação do Fundo Setorial do Audiovisual, os programas de ampliação das salas de cinema), entre outras conquistas que dinamizaram o mercado.

Tin Tan y Oscarito: humor y política en el cine de México y Brasil.

Autoria
Antonio Carlos Amancio da Silva
Ano
2015
Fonte
Versión - Estudios de Comunicación y Política

En gran parte del cine latinoamericano producido entre 1930 y 1960 se trató de imitar el paradigma hollywoodense, pero también se produjeron otras películas que se burlaban de este cine a través de parodias. Este artículo trata sobre una película holywoodense, Samson and Delilah (1949), dirigida por Cecil B. DeMille, y dos parodias de la misma, producidas poco después en Latinoamérica: Nem Sansão Nem Dalila (1954), protagonizada por el comediante brasileño Oscarito, y Lo que le pasó a Sansón (1955), estelarizada por el comediante mexicano Tin Tan. Ambas comedias dirigen una mirada crítica al contexto político de sus países en la época de su producción y ofrecen la oportunidad de iniciar una nueva línea de investigación en los estudios sobre el cine latinoamericano, precisamente los estudios comparativos entre el cine regional y el cine hollywoodense clásico.

Vent d'est (Vento do leste). (livro: Godard - Inteiro ou o mundo em pedaços.)

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2015
Fonte
Heco

Livro coletivo publicado por ocasião de uma Retrospectiva integral de Jean-Luc Godard no Brasil (São Paulo / Rio de Janeiro e Brasília), organizada pelo CCBB e pela Heco Produções. O volume recolhe 6 ensaios mais longos sobre aspectos do cinema de Godard, e 103 textos mais curtos sobre cada um de seus filmes, a grande maioria escrita especialmente para ele, por uma centena de estudiosos brasileiros, franceses, italianos e ingleses de gerações e procedências variadas.

A telona e a telinha: encontros e desencontros entre cinema e televisão no Brasil.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2014
Fonte
RIUFF
Instituição
UFF

O trabalho investiga os encontros e desencontros entre cinema e televisão no Brasil atentado para as disputas, tensões, negociações, sincronias e potencialidades entre os meios. O fio condutor que conduz a investigação é a hipótese que os anos 2000 houve uma reinvenção do espaço audiovisual brasileiro, baseada na articulação entre cinema e televisão, para conformação de um projeto integrado de indústria audiovisual nacional. Contudo, é importante destacar que o processo de formação do cinema e da televisão no Brasil é herdeiro da circularidade cultural e artística, no qual circulavam referências e repertórios da cultura erudita e cultura popular desde seus primórdios. O marco da segregação na forma de distinção cultural - atribuindo ao cinema questões artísticas e relegando à televisão a função de entreter - são os anos 1960/70, momento de especialização diante da ampliação do mercado de bens culturais no país. A tradição discursiva de separação entre cinema e televisão se perpetuou até os anos 1990 nas instancias da crítica, das falas de legitimação, nos tratamentos institucionais de políticas públicas, nos modos próprios de fazer, produzir, distribuir e exibir. Os anos 2000 sinalizam uma transição política no espaço audiovisual que exige repensar as concepções historicamente estabelecidas. As experiências de circularidade entre cinema e televisão evidenciam o processo de deslocamento, interface e alargamento de ronteiras como estratégia de sobrevivência diante da cultura do consumo e da convergência. Mais do que um projeto resolvido e acabado, a convergência brasileira se evidencia, principalmente, em três dimensões interdependentes: o trânsito de profissionais, hoje, assumido e positivado; as cadeias e circuitos produtivos e as novas políticas públicas de integração entre os meios. Existe uma transição em curso que nos confronta com a necessidade de repensar concepções historicamente estabelecidas acerca do audiovisual no Brasil.

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