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499 resultados

As concepções de público no pensamento industrial cinematográfico.

Autoria
Arthur Autran Franco de Sá Neto
Ano
2008
Fonte
FAMECOS
Instituição
UFSCar

Este artigo examina as concepções de público desenvolvidas entre as décadas de 1920 e 1970 por diretores, produtores e críticos ligados ao cinema brasileiro. Na busca pela compreensão a respeito das possibilidades de industrialização da produção brasileira, esta foi uma das questões que mobilizaram a corporação cinematográfica, posto que entender o público foi visto como uma chave para se fazer filmes que alcançassem boas bilheterias. Da crença no patriotismo do brasileiro, passando pela perspectiva da necessidade de inculcar valores nacionais no povo, até a busca de se compreender quais as preferências culturais dos espectadores, temos um quadro variado de concepções sobre o público.

Cinema Latino-Americano e Globalização: Novos Desafios Econômicos, Políticos e Culturais. (em: Anais Congresso História da Mídia)

Autoria
Lia Bahia
Ano
2008
Fonte
Rede Alcar
Instituição
UFF

A historiografia dos cinemas nacionais na América Latina é contada essencialmente através da história de cineastas, filmes, autores e realizadores. O mercado, a legislação, as políticas públicas, o público, e a relação entre produção, distribuição e exibição sempre ficaram à margem dos estudos sobre esses cinemas. No século XXI, não é mais possível pensar o cinema unicamente como um meio de expressão cultural, ele extravasa esse lugar e se torna multifacetado. Entender a evolução histórica das cinematografias nacionais até chegar à construção da história recente dos cinemas nacionais latino-americanos, enfocando as vertentes políticas, culturais e econômicas, torna-se fundamental para compreender aspectos simbólicos e mercadológicos dessas produções. O presente trabalho irá avançar hipóteses sobre a recomposição e o papel das cinematografias latino-americanas neste novo tempo, considerando os desafios na época da globalização neoliberal. A investigação toma como referência uma revisão parcial da literatura latino-americana disponível e informações, provenientes de fontes governamentais e empresas privadas, sobre a configuração atual do mercado cinematográfico na América Latina.

Interface literatura, cinema e televisão no Brasil: a microssérie A pedra do reino.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2008
Fonte
Txt (Belo Horizonte)
Instituição
UFF

A relação entre os diversos meios de comunicação se intensifica e ganha novos significados na sociedade contemporânea. A microssérie A pedra do reino é um exemplo dessa mescla que conduz a interface entre literatura, cinema e televisão, gerando um produto com estética híbrida que transita entre as linguagens literária, televisiva e cinematográfica. A partir de tais balizamentos, o trabalho investiga a atual produção de audiovisual no Brasil, enfocando as mediações entre os variados veículos de comunicação e os tipos de intertextos que atravessam esses produtos culturais híbridos.

Majors e GloboFilmes: uma parceria de sucesso no cinema nacional.

Autoria
Lia Bahia
Ano
2008
Fonte
Socine
Instituição
UFF

O advento da transnacionalização da cultura, com produções universais e intensos fluxos de capitais, sugere novos desafios econômicos, culturais e políticos que irão reestruturar a atividade cinematográfica no Brasil. A dinâmica do campo audiovisual está sempre inserida no tempo histórico. Assim, a globalização cultural e econômica aprofunda o diálogo entre forças nacionais e internacionais no campo cinematográfico, reconfigurando o mercado de cinema e o produto fílmico.

O Novo Cinema Iraniano. (livro: Cinema Mundial Contemporâneo)

Autoria
Alessandra Meleiro / Fernando Mascarello (Org.)
Ano
2008
Fonte
Papirus

Esse livro reúne importantes nomes da área de estudos de cinema para compor um panorama da sétima arte produzida mundo afora. Do cinema francês ao iraniano, do chinês ao argentino, do britânico ao coreano, passando pelo cenário norte-americano e pela produção brasileira da retomada, a obra examina os cinemas nacionais das últimas duas ou três décadas mais significativos estética e culturalmente. O foco recai sobre os filmes e seus diretores, mas cada cinematografia é analisada tendo em vista seu impacto sociocultural e os discursos e as práticas de seu país de origem, como a identidade nacional, a história e os modos locais de produção, distribuição, exibição e recepção cinematográfica.

Cinema no mundo: indústria, política e mercado (Vol. I África).

Autoria
Alessandra Meleiro (Org.); Mahomed Bamba (Org.);
Ano
2007
Fonte
Escrituras

O livro apresenta uma ampla análise das realidades da indústria cinematográfica africana do passado, dos desafios do presente e traz esperança para o futuro. O leitor embarcará gradualmente numa jornada fascinante pela história contemporânea do continente, do período pós-colonial na África Ocidental à era pós-apartheid na África do Sul. A interseção entre aspectos políticos, econômicos, sociais e culturais é cuidadosamente associada aos eventos recentes da indústria cinematográfica africana. A vida real na África e sua luta para preservar suas raízes, identidades e línguas são bem ilustradas pela iconografia relativamente pequena, mas qualitativamente rica dos filmes africanos. O surgimento e a ascensão da indústria cinematográfica baseada no vídeo na Nigéria, a chamada Nollywood, são uma resposta criativa para atender às necessidades culturais da sociedade africana moderna. O inovador método nigeriano de lidar com a falta de recursos para a produção, obstáculos para a distribuição e exibição e a necessidade de atender ao gosto do público local e particularmente encontrar um modo de tornar os preços acessíveis para a população é, sem dúvida, um caso de sucesso que certamente vai inspirar outros países em desenvolvimento

Cinema no mundo: indústria, política e mercado (Vol. II América Latina).

Autoria
Alessandra Meleiro (Org.)
Ano
2007
Fonte
Escrituras

Idéias criativas foram introduzidas na América Latina para reanimar sua indústria cinematográfica. Usando fundos de co-produção e promovendo o interesse dos públicos locais e internacionais, a Argentina conseguiu aumentar o número de filmes de produção doméstica mesmo em tempos de grave crise econômica. Avanços na integração regional por meio do Mercosul também facilitam a melhor articulação de políticas culturais e leis na região, com um efeito positivo na indústria cinematográfica. Um movimento para tornar a produção e os esquemas de distribuição mais democratizados e independentes faz parte dos esforços para consolidara integração cultural, social e econômica da América Latina.

Cinema no mundo: indústria, política e mercado (Vol. III: Ásia).

Autoria
Alessandra Meleiro (Org.); Chris Howard ; Miriam Ross ; Derek Bose ; Shujen Wang ; Hsiao-Ling Chung
Ano
2007
Fonte
Escrituras

O terceiro livro da coleção Cinema no mundo: indústria, política e mercado é dedicado à Ásia e analisa o cinema sul-coreano e sua relação com os mercados internacionais (Miriam Ross), a indústria cinematográfica no Japão (Chris Howard), o novo auge da produção e distribuição do cinema indiano (Derek Bose), a distribuição de filmes na China continental (Shujen Wang), a indústria cinematográfica taiwanesa (Hsiao-Ling Chung) e a conexão com a distribuição, pirataria e importação paralela em Hong Kong (Shujen Wang).

Cinema no mundo: indústria, política e mercado (Vol. IV: Estados Unidos).

Autoria
Alessandra Meleiro (Org.); Janet Wasko ; John McMurria ; Nitin Govil ; Drew A. Morton ; Henry Puente
Ano
2007
Fonte
Escrituras

O quarto livro da coleção Cinema no mundo: indústria, política e mercado é dedicado aos Estados Unidos e discute o porquê de Hollywood ser global (Janet Wasko), a co-produção hollywoodiana (John McMurria), os direitos globais de Hollywood (Nitin Govil), a falsa oposição entre Hollywood e independentes investigada nos filmes de Steven Soderbergh (Drew A. Morton) e a produção cinematográfica latina nos Estados Unidos (Henry Puente).

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